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Expectativa de vida do brasileiro aumenta para 74 anos

por Portal Brasil publicado: 29/11/2012 17h54 última modificação: 29/07/2014 08h58
Unicef Queda da mortalidade infantil pode ser explicada por ações voltadas para a melhoria da saúde das crianças e das gestantes

Queda da mortalidade infantil pode ser explicada por ações voltadas para a melhoria da saúde das crianças e das gestantes

Número representa um acréscimo de três meses e 22 dias em relação a 2010 (73,76 anos) e de 3,65 anos (3 anos, 7 meses e 24 dias) sobre o indicador de 2000 

 

A expectativa média de vida do brasileiro aumentou para 74 anos e 29 dias (74,08 anos) no ano passado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quinta-feira (29). O número representa um acréscimo de três meses e 22 dias em relação a 2010 (73,76 anos) e de 3,65 anos (3 anos, 7 meses e 24 dias) sobre o indicador de 2000. 

Dessa forma, aponta o indicador, ao longo de 11 anos, a esperança de vida ao nascer no País cresceu, em média, anualmente, em três meses e 29 dias. Esse ganho na última década foi maior para os homens, 3,8 anos, contra 3,4 anos para mulheres, correspondendo um acréscimo de 5 meses e 23 dias a mais para os homens do que para a população feminina. Mesmo assim, no ano passado, um recém-nascido homem esperaria viver 70,6 anos, ao passo que as mulheres viveriam 77,7 anos.

 

Mortalidade infantil

A taxa de mortalidade infantil, até um ano de idade, em 2011 ficou em 16,1 para cada mil nascidos vivos - indicando queda de 76,7% no período de 1980/2011 - e a taxa de mortalidade na infância, até os cinco anos de idade, em 18,7 por mil nascidos, representando redução de 49,0% em relação ao ano de 2000, cujo valor foi de 36,6 por mil. Com o levantamento sobre a ocorrência de óbitos no domicílio, foi possível estabelecer cruzamentos com variáveis associadas às características dos domicílios em que foi verificada a ocorrência de óbitos nos últimos 12 meses.

Um cruzamento possível é o tipo de esgotamento sanitário. Nos domicílios com rede geral de esgoto a taxa de mortalidade infantil foi de 14,6 óbitos para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância, de 16,8 óbitos para cada mil - ambas abaixo das médias nacionais. Nos domicílios com esgotamento por vala, essas taxas subiram para 21,0 por mil e 24,8 por mil, respectivamente.

A taxa de mortalidade na infância para o Brasil em 2010, revisada com dados do Censo, foi estimada em 19,4 óbitos para cada mil nascidos vivos, alcançando a meta estipulada para o quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) para 2015, que é de 19,9 por mil nascidos vivos.

Além da esperança de vida ao nascer, as Tábuas de Mortalidade também permitem calcular a vida média para cada idade, para ambos os sexos e para cada sexo em separado. Em 2010, um homem de 40 anos teria, em média, mais 35,1 anos de vida, e uma mulher da mesma idade, mais 40,1 anos. Já em 2011, um homem de 40 anos teria mais 35,3 anos, enquanto a mulher da mesma idade teria mais 40,2 anos.

 

Objetivo do Milênio

A revisão das taxas de mortalidade com base nos dados do Censo 2010 revelou, ainda, que o Brasil alcançou, já em 2010, o quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que tem como meta reduzir em dois terços, até 2015, a mortalidade de crianças menores de cinco anos, tendo 1990 como ano-base para início da série temporal.

Naquele ano, esta taxa era de 59,6 por mil e dois terços deste valor representariam uma redução de 39,7 por mil, chegando em 2015 com uma taxa de 19,9 por mil. A taxa de mortalidade na infância revisada para 2010 foi de 19,4 por mil, abaixo, portanto, desse patamar.   

 

Fonte:
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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