Governo
País gerou mais de 72 mil empregos com carteira assinada em maio
O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou nesta sexta-feira (21) os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), relativo ao mês de maio. Os dados demonstram que o emprego formal manteve sua trajetória de geração de postos e trabalho. No mês de maio foram gerados 72.028 postos de trabalho celetistas, o que representa crescimento de 0,18% em relação ao estoque do mês de abril.
No mês foram admitidos 1.827.122 trabalhadores contra um total de 1.755.094 desligamentos. O resultado é o segundo e o maior montante já registrado para o período, respectivamente. No acumulado do ano, ocorreu expansão de 1,69% no nível de emprego, equivalente ao acréscimo de 669.279 postos de trabalho. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 1.017.750 postos de trabalho, correspondendo à elevação de 2,60%.
Dos oito setores de atividades econômicas, sete evidenciaram expansão no nível de emprego, sendo que um obteve um resultado superior à média da geração de empregos para o mês: Administração Pública com 2.850 postos. A média é de 2.041 postos. Em termos absolutos, os principais setores responsáveis pelo desempenho positivo no mês foram: Agricultura, Serviços e Indústria de Transformação.
Em nível setorial o desempenho positivo ficou por conta da agricultura com a criação de 33.825 postos, do setor de serviços com aumento de 0,13%, e da Indústria de Transformação com 0,19%. A Construção Civil apresentou declínio no mês, com queda de 0,06%. Segundo o Ministério do Trabalho, o número pode ser atribuído em parte ao encerramento das obras ligadas à Copa.
Estados
Uma análise por estado revela que o crescimento do emprego foi verificado em 17 estados, com destaque para Minas Gerais com a criação de 25.916 postos de trabalho, São Paulo com 22.434 e Paraná com 9.713. Em 10 estados houve recuo no nível de emprego, sendo as maiores reduções registradas em Alagoas e Pernambuco.
Regiões
Em nível regional, os dados mostram que quase todas as regiões elevaram o nível de emprego. A exceção ficou por conta da região Norte que obteve dados negativos de 663 postos de trabalho .
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