Governo
Secretário comenta sobre primeiro Contrato do Pré-sal
Assinatura
O secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, afirmou que o regime de partilha, iniciado com a assinatura do Primeiro Contrato do Pré-sal nesta segunda-feira (2), tem como grande vantagem a entrega de uma parcela muito maior de recursos do petróleo produzido no País para a União.
“Nós estamos, pela primeira vez, iniciando o trabalho sobre um novo regime: o regime de partilha de produção. Uma grande vantagem que a gente vê nesse regime é que a União, o governo federal, os estados e os municípios passam a receber uma parcela muito maior dos recursos, da riqueza, do petróleo que aqui no Brasil é produzido”, afirmou.
Em conversa com o Blog do Planalto, Marco Antônio ainda classificou o consórcio vencedor da licitação, formado por cinco das dez maiores empresas de petróleo do mundo, como extremamente competente.
“Isso é uma garantia de que esse petróleo será explorado dentro das melhores práticas da indústria mundial”, explicou.
Consórcio
O consórcio formado pela Petrobras, a holandesa Shell, a francesa Total e as chinesas CNPC e CNOC é o vencedor do leilão de partilha para a exploração do Campo de Libra do pré-sal brasileiro. A proposta foi a única qualificada para a concessão do campo de exploração, atingindo o percentual mínimo de 41,65% em petróleo revertido à União e estabelecendo 40% de participação da Petrobras no negócio, 10% a mais do que a estatal brasileira tinha obrigação legal de participação.
De acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a exploração do Campo de Libra deve dobrar as reservas nacionais de petróleo. Estima-se que o volume recuperável seja de 8 bilhões a 12 bilhões de barris. Atualmente, as reservas nacionais são de 15,3 bilhões de barris. As reservas de gás somam, atualmente, 459,3 bilhões de metros cúbicos e também devem duplicar com Libra. Caso confirmada a reserva, Libra se tornará o maior campo de petróleo do país, com volume superior aos campos de Lula e Franco, ambos no pré-sal da Bacia de Santos.
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