Governo
Edinho Araújo toma posse e diz que atividade portuária é crucial para o desenvolvimento
Planejamento
O novo ministro chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR), Edinho Araújo (PMDB-SP), recebeu o cargo na manhã desta sexta-feira (2) do ministro César Borges, com quem já vinha discutindo a transição.
Na cerimônia, César Borges despediu-se do posto destacando a “capacidade e experiência” do novo ministro. Em discurso, Edinho Araújo deu o tom do que pretende fazer no comando dessa pasta, considerada estratégica para tornar o Brasil mais competitivo e movimentar a economia.
“Espero ser à frente do Ministério de Portos um gestor global, um arquiteto da capacitação dos portos para o mundo de amanhã. Não estarei limitado ao resultado para o Brasil dos próximos quatro anos, mas com o olhar voltado para o futuro desta nossa grande Nação”, afirmou o ministro.
Edinho Araújo estabeleceu como prioridade solucionar os arrendamentos de áreas portuárias junto ao Tribunal de Contas da União e as pendências que emperram a nova Lei dos Portos, aprovada pela Câmara Federal e sancionada pela presidente Dilma Rousseff em 2013. O ministro também defendeu a busca pela competitividade e uma “sinergia entre os modais de transportes rodoviário, ferroviário, hidroviário, portuário e aeroportuário”.
Confira os principais trechos da fala do novo ministro:
“O Brasil tem pressa e sabemos que a atividade portuária é fator crucial no avanço para o desenvolvimento. Estou aqui, caríssimo ministro César Borges, para continuar o seu trabalho que foi intenso, como tem sido toda a sua vida pública”.
“Ao assumir o cargo de ministro de Estado Chefe da Secretaria de Portos da Presidência República, quero dizer que sei dos desafios que me esperam. Trata-se de uma pasta estratégica, setor vital para impulsionar a atividade produtiva e facilitar as exportações. Vencer a burocracia, baixar preços e destravar onde for preciso os portos brasileiros são as necessidades que se impõem. Quanto mais eficientes e competitivos formos nessa área, menor será o custo Brasil. Há, também, gargalos importantes no acesso aos principais portos do Brasil. Não é possível disputar espaço no mercado internacional se não tivermos a capacidade de escoar os produtos dentro de prazos e custos razoáveis”.
“Há demandas imediatas e urgentes a resolver, como colocar em prática a Lei Geral dos Portos (aprovada na Câmara por nós e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff) e o Programa de Arrendamentos portuários, ambas sob exame do Tribunal de Contas da União (TCU). É importante dizer que a expansão e a modernização da infraestrutura dos portos brasileiros dependem de investimentos diretos da União e de parcerias estratégicas com o setor privado, além de uma sinergia entre os modais de transportes rodoviário, ferroviário, hidroviário, portuário e aeroportuário”.
“Procurarei o diálogo que constrói de forma intensa com os trabalhadores do setor e com a Antaq, nossa agência reguladora, cuja proximidade fará com que tenhamos juntos o cuidado necessário na administração dos interesses portuários brasileiros. Quero reconhecer de público o esforço do ministro César Borges, que deixa a pasta, contribuindo para que a transição ocorresse da melhor maneira possível. Estou me inteirando de todos os projetos em andamento, pendências, cronogramas, planejamento futuro, enfim, tudo o que diz respeito à pasta”.
“Espero ser à frente do Ministério de Portos um gestor global, um arquiteto da capacitação dos portos para o mundo de amanhã. Não estarei limitado ao resultado para o Brasil dos próximos quatro anos, mas com o olhar voltado para o futuro desta nossa grande Nação. Deus não nos faltará. Muito obrigado”.
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