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Governadores também tomam posse nesta quinta (1º)

Eleições 2014

Eleitos foram diplomados pela Justiça Eleitoral até o dia 19 de dezembro, conforme determina o calendário eleitoral para as eleições gerais deste ano
por Portal Brasil publicado: 01/01/2015 11h07 última modificação: 01/01/2015 11h53

Nesta quinta-feira (1º), além da presidenta Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer, os 27 governadores eleitos, ou reeleitos, nas eleições realizadas neste ano tomarão posse.

Cada cerimonial terá sua própria linha de execução (homenagens, horários, etc), mas todos os eventos ocorrem nas Assembleias Legislativas de cada estado.

Normalmente, os governadores são empossados pela manhã para que estejam presentes na posse presidencial.

Confira abaixo quais foram os governadores eleitos em cada estado brasileiro:

  1. Acre - Tião Viana (PT) - votos: 196.509 (51.29%)
  2. Alagoas - José Renan Vasconcelos Calheiros Filho (PMDB) - votos: 670.310 (52,16%)
  3. Amapá - Waldez Góes da Silva (PDT) - votos: 220.256 (60.58%)
  4. Amazonas - José Melo (PROS) - votos: 869.992 (55.54%)
  5. Bahia - Rui Costa dos Santos (PT) - votos: 3.558.975 (54,53 %)
  6. Ceará - Camilo Sobreira de Santana (PT) - votos: 2.417.668 (53.35%)
  7. Distrito Federal - Rodrigo Sobral Rollemberg (PSB)- votos: 812.036 (55.56%)
  8. Espírito Santo - Paulo Cesar Hartung Gomes (PMDB) - votos: 1.020.440 (53,44 %)
  9. Goiás - Marconi Ferreira Perillo Júnior (PSDB) - votos: 1.750.977 (57.44%)
  10. Maranhão - Flávio Dino de Castro e Costa (PC do B) - votos: 1.877.064 (63,52%)
  11. Mato Grosso - José Pedro Gonçalves Taques (PDT) - votos: 833.788 (57,25 %)
  12. Mato Grosso do Sul - Reinaldo Azambuja Silva (PSDB) - votos: 741.516 (55.34%)
  13. Minas Gerais - Fernando Damata Pimentel (PT) - votos: 5.362.870 (52,98 %)
  14. Pará - Simão Robson Oliveira Jatene (PSDB) - votos: 1.858.869 (51.92%)
  15. Paraíba - Ricardo Vieira Coutinho (PSB) - votos: 1.125.956 (52.61%)
  16. Paraná - Carlos Alberto Richa (PSDB) - votos: 3.301.322 (55,67%)
  17. Pernambuco - Paulo Henrique Saraiva Câmara (PSB) - votos: 3.009.087 (68,08%)
  18. Piauí - José Wellington Barroso de Araújo Dias (PT) - votos: 1.053.342 (63,08%)
  19. Rio de Janeiro - Luiz Fernando Pezão (PMDB) - votos: 4.343.298 (55.78%)
  20. Rio Grande do Norte - Robinson Faria (PSD) - votos: 877.268 (54.42%)
  21. Rio Grande do Sul - José Ivo Sartori (PMDB) - votos: 3.859.611 (61.21%)
  22. Rondônia - Confúcio Aires Moura (PMDB) - votos: 419.928 (53.43%)
  23. Roraima - Suely Campos (PP) - votos: 127.161 (54.85%)
  24. Santa Catarina - João Raimundo Colombo (PSD) - votos: 1.763.735 (51,36%)
  25. São Paulo - Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho (PSDB) - votos: 12.230.807 (57,31%)
  26. Sergipe - Jackson Barreto de Lima (PMDB) - votos: 537.793 (53,52%)
  27. Tocantins - Marcelo de Carvalho Miranda (PMDB) - votos: 360.640 (51,30%)

Diplomação

Os eleitos no pleito de outubro de 2014 foram diplomados pela Justiça Eleitoral até o dia 19 de dezembro, conforme determina o calendário eleitoral para as eleições gerais deste ano.

A diplomação é um ato formal que encerra o processo eleitoral e o diploma é um documento indispensável para o eleito tomar posse no seu cargo, além de legitimar e autorizar o ato da posse.

Nas eleições para governador, a competência para realizar a diplomação é dos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Nas eleições presidenciais, a competência da certificação é do TSE.

Nos diplomas constam o nome do candidato, a indicação da legenda do partido ou da coligação sob a qual concorreu, o cargo para o qual foi eleito ou a sua classificação como suplente e, facultativamente, outros dados a critério da Justiça Eleitoral.

História

A Corte Eleitoral promove a diplomação dos presidentes eleitos no Brasil desde 1951, quando Getúlio Vargas retornou à Presidência da República, dessa vez por meio do voto popular.

Durante o Regime Militar (1964 a 1985) as eleições presidenciais não eram organizadas pela Justiça Eleitoral, então as cerimônias de diplomação ficaram suspensas.

Apenas alguns militares escolhidos indiretamente para governar o País compareciam à Corte eleitoral espontaneamente, como o caso do presidente Castelo Branco.

Somente após a redemocratização, em 1990, quando houve a eleição na qual Fernando Collor de Mello foi eleito para assumir a presidência da República, a diplomação voltou a ser realizada pelo TSE.

Fonte:
Portal Brasil, com informações da Tribunal Superior Eleitoral

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