Governo
Brasil condena o assassinato de cidadão japonês
Relações bilaterais
O Ministério das Relações Exteriores emitiu nota no domingo (1) repudiando o assassinato do cidadão japonês Kenji Goto pelo Estado Islâmico.
Segundo a nota, "o terrorismo e a violência política são fenômenos que a sociedade brasileira rejeita de forma categórica, qualquer que seja sua motivação".
Por fim, o texto afirma que o "Governo brasileiro estende à família da vítima, bem como ao Governo e ao povo do Japão, sua solidariedade".
Confira a nota emitida pela assessoria de imprensa do gabinete:
Nota nº 27
1º de fevereiro de 2014
Assassinato do jornalista japonês Kenji Goto
O Governo brasileiro lamenta e condena o assassinato do cidadão japonês Kenji Goto. O terrorismo e a violência política são fenômenos que a sociedade brasileira rejeita de forma categórica, qualquer que seja sua motivação. O Governo brasileiro estende à familia da vítima, bem como ao Governo e ao povo do Japão, sua solidariedade.
Entenda
O jornalista freelancer Kenji Goto, de 47 anos, criou uma empresa de produção de vídeo, a Independent Press, em Tóquio, em 1996, que produzia documentários sobre o Oriente Médio e outras regiões, que depois eram transmitidos nos canais japoneses, incluindo a emissora pública NHK.
O japonês foi sequestrado em território sírio controlado pelos extremistas no início de outubro. Ele deveria ter voltado ao Japão no dia 29 do mesmo mês.
O governo do Japão classificou como "odiosa e desprezível" a suposta decapitação de Kenji Goto. No sábado, o EI divulgou imagens por meio das quais Goto aparece ajoelhado e vestido com um macacão laranja. O vídeo termina com uma foto do corpo no chão, com a cabeça nas costas.
Um outro refém japonês, Haruna Yukawa, foi morto na semana passada pelo grupo jihadista após a solicitação de US$ 200 milhões ter sido recusada pelo governo japonês.
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