Governo
Nelson Barbosa afirma que PEC foi negociada com Congresso
Ajuste Fiscal
O ministro do Planejamento Nelson Barbosa afirmou que o impacto da PEC 358/13, aprovada ontem pelo Congresso Nacional, está contemplado na proposta orçamentária e que a medida foi acordada com o governo.
"Ela prevê exatamente o que o governo já tinha negociado e acordado com o Congresso Nacional, que é 1,2% da receita corrente líquida, sendo 50% para a Saúde. Então ela já está dentro do planejamento, ela é compatível com o nosso planejamento", disse o ministro.
A declaração foi concedida nessa quarta-feira (11), durante a palestra do ministro na XVI Edição do BTG Pactual Brazil CEO Conference.
Barbosa destacou, ainda, que a meta de superávit primário para 2015 está mantida. "Mantemos o compromisso com a meta de 1,2%. Já tomamos várias medidas, do lado do orçamento financeiro, do lado do BNDES, do lado do gasto obrigatório, as minirreformas propostas ao abono salarial, seguro-desemprego, auxílio doença e pensão por morte, no gasto discricionário com o 1/18 avos e, quando houver orçamento, vamos adotar o contingenciamento necessário para cumprir a meta. Nós achamos perfeitamente possível fazer isso esse ano", disse.
Sobre as emendas para novos parlamentares, Barbosa afirmou que a proposta do senador Romero Jucá, relator do orçamento, não deverá aumentar os gastos do governo.
"A nossa preocupação é que essa iniciativa não crie um gasto adicional, mas o próprio relator quando anunciou isso, e também em conversas conosco, deixou claro que vai cortar em outros lugares e não vai aumentar o gasto total do governo. Ele vai remanejar recursos de uma área para outra, preservando a despesa que já está sendo prevista no projeto de Lei Orçamentária", apontou Barbosa.
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