Governo
Brasil condena atentado terrorista ocorrido na Tunísia
Relações diplomáticas
"O Governo brasileiro condena com veemência o covarde atentado perpetrado hoje no Museu do Bardo, em Túnis", informou, por meio de nota, o Itamaraty nesta quarta-feira (18).
Segundo o texto divulgado, "o governo brasileiro estende ao povo e ao Governo da Tunísia, assim como às famílias das vítimas de diferentes nacionalidades, sua solidariedade".
A nota também exalta o processo de transição democrática que está sendo realizado no país, classificando-o como "admirável, abrangente e inclusivo".
Além disso, o Ministério das Relações Exteriores afirma que esse processo de transição "tem merecido o apoio do Brasil e da comunidade internacional como um todo".
Confira a íntegra da nota:
O Governo brasileiro condena com veemência o covarde atentado perpetrado hoje no Museu do Bardo, em Túnis, que resultou na morte de cidadãos tunisianos e de outras nacionalidades e em dezenas de feridos.
A Tunísia leva adiante um admirável processo de transição democrática, abrangente e inclusivo, que tem merecido o apoio do Brasil e da comunidade internacional como um todo. O país abrigará no próximo fim de semana o Fórum Social Mundial, evento no qual está prevista a participação de expressiva delegação brasileira.
Neste momento de luto e tristeza, o Governo brasileiro estende ao povo e ao Governo da Tunísia, assim como às famílias das vítimas de diferentes nacionalidades, sua solidariedade.
O Governo brasileiro reitera seu absoluto repúdio a atos de terrorismo e ataques contra civis inocentes, praticados sob qualquer pretexto.
Entenda o caso
Nesta quarta-feira (18), segundo o Ministério do Interior da Tunísia, um ataque contra o museu do Bardo, em Tunes, resultou na morte de oito pessoas; sete delas estrangeiras. O atentado terrorista foi realizado por pelo menos dois homens armados com ‘Kalachnikov’ (AK-47)
O museu do Bardo, um dos principais da Tunísia, situa-se ao lado do parlamento e o tiroteio levou as comissões parlamentares a suspenderem as reuniões e os deputados foram obrigados a concentrarem-se no ‘hall’ da assembleia, disse a deputada islamita Monia Brahim à agência Frace Presse.
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