Governo
André Figueiredo assume comando do Ministério das Comunicações
Reforma
Inclusão digital, migração das rádios AM para FM e mudança do sinal analógico de TV para o sinal digital serão temas prioritários na gestão do novo ministro das Comunicações, André Figueiredo. Ao tomar posse no cargo, nesta terça-feira (6), ele defendeu que a inclusão digital é importante para permitir que milhões de brasileiros, especialmente da região Norte e Nordeste, estejam conectados. Figueiredo substituiu Ricardo Berzoini, nomeado para a Secretaria de Governo.
"Temos algumas prioridades imediatas que dizem respeito à migração das rádios AM para o sinal de FM", destacou o novo ministro. A proposta é priorizar o diálogo para encontrar um preço justo a ser pago pelos radiodifusores que adquirirem as outorgas de FM. Mais de 1,3 mil rádios AM pediram a mudança de sinal. O método de cálculo para definir os preços está em discussão pelo Ministério das Comunicações e passa por um levantamento junto ao setor de radiodifusão.
Na área da TV digital, o objetivo é encontrar soluções para que os brasileiros não fiquem sem acesso à televisão aberta no processo de desligamento do sinal analógico, que será realizado progressivamente entre 2016 e 2018, com um teste previsto para este ano. Há um desligamento piloto programado para novembro, em Rio Verde, no sul de Goiás. "Existe uma demanda para que seja postergado. Vamos dialogar a respeito", disse Figueiredo.
O novo ministro das Comunicações disse que defenderá também o melhoramento dos serviços prestados pelas operadoras de telefonia celular. "Como consumidor, eu também digo que não existe um grau de satisfação muito grande", apontou.
O ministro das Comunicações ressaltou que Dilma Rousseff colocou como prioridade do governo federal a ampliação da internet banda larga no País. Figueiredo assegurou que a presidenta está "extremamente solícita" quanto à execução do programa.
Questionado sobre regulação da mídia, o ministro defendeu o aperfeiçoamento da legislação referente ao tema. "Nada de regular. Queremos aperfeiçoar a legislação, mas dialogando com os segmentos que fazem a mídia, tanto na área social como na área comercial", declarou.
Fonte: Portal Brasil
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