Governo
No G20, Dilma alerta para risco de concessão de subsídios agrícolas distorcivos
Reunião de cúpula
A presidenta Dilma Rousseff fez, neste domingo (15), um alerta para o risco de que, em resposta à queda dos preços das commodities agrícolas, países concedam ou elevem subsídios “distorcivos” para a produção agrícola, durante cerimônia de boas-vindas à Cúpula do G20, em Antália, na Turquia.
Ela defendeu a importância de resguardar a produção de pequenos agricultores dos países mais pobres, responsáveis pela maior parcela da produção de alimentos nesses países.
A presidenta destacou, também, os avanços na política brasileira de financiamento aos agricultores familiares e de compras públicas que permitiram expandir a oferta de alimentos e melhorar a renda da população rural no Brasil.
Dilma também mencionou o sucesso dos programas Bolsa Família e Brasil Sem Miséria, que asseguram o acesso da população mais pobre à alimentação adequada.
Em relação às políticas de inclusão na Cúpula do G20 de 2015, Dilma demonstrou apoio do Brasil às iniciativas do Bloco que tratam de segurança alimentar, negócios inclusivos e remessas financeiras.
A presidenta reiterou o repúdio do governo brasileiro aos atos de barbárie praticados pela organização terrorista Estado Islâmico e aos recentes atentados de Ankara.
Ela destacou a urgência e a importância de ação conjunta de toda a comunidade internacional no combate sem tréguas ao terrorismo.
A presidenta ratificou também o compromisso do Brasil com o desenvolvimento sustentável em benefício de todos, em sintonia com as aspirações da comunidade internacional por um mundo sem pobreza ou fome.
A chefe de estado brasileira finalizou seu discurso falando sobre a importância da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil, que inclui meta de redução de emissões de gases de efeito estufa de 43% até 2030. Ela destacou a importância do princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, em que os países desenvolvidos, que possuem maiores responsabilidades nesse processo, devem reduzir as suas emissões e apoiar os países em desenvolvimento.
Fonte: Blog do Planalto
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