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Governo realiza mobilização nacional para reduzir presença do Aedes aegypti

Zika Zero

O Dia Nacional de Mobilização Zika Zero para combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zika, será realizado neste sábado
publicado: 12/02/2016 17h16 última modificação: 17/02/2016 11h41
Blog do Planalto O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil afirmou que o combate ao mosquito é o único meio disponível no momento para combater zika, dengue e chikungunya

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil afirmou que o combate ao mosquito é o único meio disponível no momento para combater zika, dengue e chikungunya

O governo federal promove, neste sábado (13), o Dia Nacional de Mobilização Zika Zero para combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e zika. 

Com a participação da presidenta Dilma Rousseff, que vai acompanhar toda a ação do Rio de Janeiro (RJ), e de ministros em outros Estados, a mobilização será realizada simultaneamente em 353 municípios, com apoio de secretários executivos, presidentes de estatais e 220 mil militares. Participarão ainda governadores, prefeitos e aproximadamente 46 mil agentes de combate às endemias e 266 mil agentes comunitários de saúde. Cerca de 3 milhões de residências serão visitadas somente nessa ação.

O secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior, afirmou que se trata de um esforço para chamar mais atenção ainda da população sobre a necessidade de combater o mosquito, eliminando criadouros. “O nosso foco é reduzir a presença de focos do Aedes aegypti em todo o território para um nível aceitável”, declarou.

“O combate a esse mosquito é o único meio de nós combatermos esses três vírus agora”, afirmou o secretário. “Pode-se pensar em vacina para daqui a três, quatro anos. Todos os outros meios que nós teremos um dia, eles não são para agora, então, só tem uma maneira.”

A mobilização faz parte da estratégia do governo federal de combate aos casos de microcefalia, dengue e chikungunya. Ainda em dezembro de 2015 foi decretada situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional para controlar a proliferação do mosquito e para enfrentar as três doenças.

Desde dezembro, mais de 300 mil agentes de combate às endemias, agentes comunitários de saúde e militares reforçam o combate ao Aedes aegypti nas residências. Segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, mais de 30% dos imóveis brasileiros já foram visitados. Ao todo, 20,7 milhões, dos 67 milhões de imóveis estimados, receberam equipes para identificação de focos e orientação aos moradores sobre medidas de prevenção ao vetor.

Para acompanhar a situação, o governo federal instalou a Sala Nacional de Coordenação e Controle do Aedes Aegypti e para o Enfrentamento à Microcefalia. O objetivo é gerenciar e monitorar a intensificação das ações de mobilização e combate ao mosquito. A Sala é composta pelos ministérios da Integração, da Saúde, da Defesa, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Educação e da Secretaria de Governo da Presidência da República, além de outros órgãos convidados. Todos os Estados e o Distrito Federal instalaram suas salas de situação e estão desenvolvendo ações de mobilização e combate ao mosquito.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Blog do Planalto

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