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Movimentos sociais expressam apoio à presidenta Dilma

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No Palácio do Planalto, representantes de movimentos sociais gritaram palavras de ordem contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff
publicado: 30/03/2016 18h00 última modificação: 30/03/2016 18h03

Durante a cerimônia de lançamento do Programa Minha Casa Minha Vida 3, nesta quarta-feira (30), no Palácio do Planalto, em Brasília, integrantes de movimentos sociais discursaram em apoio à presidenta Dilma Rousseff e contra o impeachment. Em vários momentos, as pessoas que assistiam à cerimônia gritaram em coro “Não vai ter golpe”. 

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulous, informou que há uma ofensiva contra a democracia no País e que os movimentos populares estarão nas ruas para não deixar que ocorra um golpe.

“Hoje, liberdades democráticas, garantias constitucionais e a soberania do voto popular estão ameaçadas por uma ofensiva golpista”, afirmou. Boulous acrescentou que, embora impeachment não seja golpe por estar previsto na Constituição. Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe e não tem legitimidade. Estamos e estaremos nas ruas para resistir a esse golpe e não deixar que ele passe”, disse Boulous.

A presidente da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), Bartíria Costa lembrou o “momento delicado da conjuntura política brasileira” durante o discurso e disse que os movimentos sociais estão vigilantes para defender os direitos conquistados e dar continuidade aos avanços sociais.

“Já estamos mobilizados e vigilantes para defender todos os direitos já garantidos. Não permitiremos retrocesso. Combateremos todos os facistas e golpistas. Lutaremos com todas as nossas forças em defesa da democracia e da Constituição. Golpe nunca mais. Não vai ter golpe”, disse Bartíria.

Participaram da solenidade representantes de movimentos como a União Nacional por Moradia Popular, Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Frente Nacional de Luta (FNL) e Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf).

No evento, a presidenta anunciou a contratação de mais 2 milhões de novas unidades habitacionais até 2018.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil 

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