Governo
Brasil é referência em redução da pobreza, e isso não pode parar, diz ministra
Combate à miséria
O Brasil reduziu a pobreza e a extrema pobreza porque, nos últimos anos, foram construídas políticas públicas direcionadas à população de baixa renda. A avaliação foi feita pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, em evento de balanço dos programas sociais, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (4).
“O Brasil é referência no mundo em redução da pobreza. Saímos do patamar de 10% no governo Lula para menos de 3% da população em situação de extrema pobreza.”
Manifestando preocupação com a possibilidade de corte nos programas sociais, Tereza Campello disse ser necessário que a população fique vigilante para evitar retrocesso na redução das desigualdades.
“Não é verdade que aproveitamos para reduzir a extrema pobreza e a pobreza em bom momento da economia mundial. Conseguimos porque construímos políticas voltadas para a população de baixa renda”, disse a ministra.
Ela frisou que a diminuição da pobreza e da extrema pobreza não ocorreu pela ação de um único programa, mas por um conjunto de ações. “Não é só o Bolsa Família. É um conjunto de políticas que permite esse resultado mesmo com a economia mundial não esteja indo bem.”
Em avaliação feita a representantes de vários segmentos da população e de movimentos sociais diversos, a ministra do Desenvolvimento Social afirmou que os programas sociais estão sob ataque, principalmente o Bolsa Família, Pronatec, Brasil Carinhoso e o programa de inclusão rural e convivência no semiárido.
Citando exemplos e números sobre o avanço na redução da desigualdade, ela disse que algumas regiões vêm atravessando uma das piores secas dos últimos 50 anos sem que houvesse saques e abandono de cidades no semiárido nordestino. E isso ocorreu devido ao Bolsa Família e a ações como a de construção de cisternas, programa Luz para Todos e programas de convivência com o semiárido.
Sobre o Bolsa Família, ela disse que há informações de que em eventual mudança de governo, o programa deve ser reduzido.
“O debate não é quanto custa o Bolsa Família [que custa 0,47% do PIB]. O debate que temos de fazer é quanto custa não dar o Bolsa Família e ter as crianças fora da escola”, disse.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Blog do Planalto
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