Governo
Governo não desiste de lutar contra o impeachment, diz Edinho Silva
Democracia
Antes de saber da derrubada do impeachment, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, disse, na manhã desta segunda-feira (9), que o governo trabalha contra o afastamento da presidenta Dilma Rousseff. O processo foi suspenso por decisão do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA).
O ministro Edinho voltou a dizer que a defesa da presidenta Dilma Rousseff, feita pela Advocacia-Geral da União e acatada hoje por Waldir Maranhão, demonstra que não existe crime de responsabilidade por Dilma.
"Continuaremos trabalhando, lutando para o convencimento dos senadores para que o Senado não admita o processo de impeachment", disse, em evento no Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. O processo contra a presidenta estava em discussão no Senado Federal.
O ministro também falou sobre processo que pede impugnação da eleição no Tribunal Superior Eleitoral e negou irregularidades. "No pós-eleição, em 2014, a campanha foi auditada. Inclusive os técnicos do TSE admitem que foi a campanha mais auditada da história das eleições presidenciais. Tiramos todas as dúvidas e apresentamos toda documentação e as contas foram aprovadas", disse Edinho Silva.
Laboratório de Dopagem
A visita do ministro ao Laboratório de Dopagem, no campus da Ilha do Fundão, marcou a entrada em operação do esquema especial para a Olimpíada e a Paralímpiada. A estimativa é reunir cerca de 200 pesquisadores, sob supervisão da Agência Mundial Antidoping (Wada, na sigla em inglês), para para fazer cerca de 6 mil exames em atletas, 24h por dia, durante as competições.
O governo federal investiu R$ 151,3 milhões na construção da unidade que será um dos legados dos jogos, de acordo com o diretor do laboratório, professor Francisco Radler.
De referência, a unidade continuará monitorando atletas mesmo depois dos jogos e ampliando expertise de laboratórios vinculados, em outras áreas da ciência. Desde agosto de 2014, a universidade contratou e investiu em cientistas e técnicos para trabalharem no local.
“Essa interação mais científica já acontece, temos um relacionamento com outros laboratórios creditados em antidopagem, no sentido de transferir informação e conhecimento para nós”, disse o professor. "Temos tido um intercâmbio grande entre nosso pessoal novo, contratado, que está sendo treinado lá fora e aqui no laboratório por especialistas estrangeiros."
Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil
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