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Assentamento no MT recebe tecnologia para aproveitamento de água de chuva

por Portal Brasil publicado: 01/09/2010 17h19 última modificação: 28/07/2014 11h37
Divulgação/Embrapa A tecnologia do lago de múltiplo uso aproveita a água das chuvas

A tecnologia do lago de múltiplo uso aproveita a água das chuvas

A superintendência regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Mato Grosso instalou nesta quarta-feira (1º), no assentamento Katira, no município de Cáceres (MT), a tecnologia social do Lago de Múltiplo Uso, desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Milho e Sorgo de Sete Lagoas (MG). O objetivo é buscar solução para escassez de água nos projetos de assentamentos do município, em especial, na região de fronteira com a Bolívia.


A tecnologia consiste em forrar o lago com lona comum, para impermeabilização, e sobre a base adicionar uma camada de 25 centímetros de terra para proteção contra os raios solares e a ação de peixes e animais. A água da chuva é captada através dos telhados das casas e é utilizada para cultivo de hortaliças e criação de pequenos animais.


O sistema foi implantado com sucesso em outras regiões brasileiras. Em 2005, foi finalista do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. “Com este sistema o produtor rural, ou a associação de produtores, garante não só a água para produção, como água limpa, preservando o meio ambiente e os mananciais hídricos”, afirma o engenheiro da Embrapa, Luciano Cordoval, responsável pela tecnologia. O lago também pode ser utilizado para lazer, turismo, piscicultura, abastecimento e irrigação.


Segundo o técnico do Incra/MT, Samir Curi, a tecnologia é considerada como social pelo baixo custo para implantação e alta eficiência nos resultados. Para instalar a tecnologia no assentamento Katira, o Incra investiu R$ 2.830.


Barraginhas


Além do aproveitamento e armazenamento da água de chuva em cisternas e lagos de múltiplo uso, a Embrapa também realiza estudo de viabilidade de implantação do sistema barraginhas, que capta enxurradas, nos assentamentos da região.  O sistema consiste em um lago menor, sem lona, que retêm a enxurrada possibilitando o cultivo ao seu redor, além de evitar erosão e alimentar o lençol freático.


Os três projetos para captação de água das chuvas (cisterna, lago de múltiplo uso e barraginhas) contam com apoio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFET).

Fonte:
Ministério do Desenvolvimento Agrário

 

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