Infraestrutura
Consumidores terão tarifa de energia reduzida
A diminuição é resultado de assinaturas de contratos de concessão de energia elétrica
Com a prorrogação de 100% das concessões de transmissão e cerca de 60% de geração de energia elétrica que venceriam entre 2015 e 2017, formalizada nessa terça-feira (4) no Ministério de Minas e Energia, ficou garantida a redução da conta de luz para o consumo residencial e industrial em, pelo menos, 16,7%, a partir de fevereiro de 2013.
“Estamos vivendo um momento histórico, no qual o interesse público está sendo preservado acima de tudo”, comemorou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. “Estamos beneficiando os consumidores de todos os níveis e dando uma grande contribuição para o crescimento da nossa economia”, disse o ministro, que agradeceu às empresas e disse lamentar a decisão das que se recusaram a fazê-lo.
Na geração de energia, 60% das companhias assinaram a iniciativa. Do total de 25.452 MW que o conjunto dessas usinas representava, 15.301 MW foram renovados.
O Secretário Executivo do MME, Márcio Zimmermann, explicou que algumas empresas de geração não aderiram ao programa de redução de energia e, com isso, a meta de redução média da tarifa de energia passará de 20,2% para 16,7%.
O diretor-geral da Aneel, Nelson Hübner, informou que a queda na conta de energia elétrica será sentida pelos consumidores a partir de março do ano que vem.
Redução de tarifas
A presidenta Dilma Rousseff disse que o governo federal manterá a diminuição das tarifas de energia elétrica no País. "Reduzir o preço da energia é uma decisão da qual o governo federal não recuará, apesar de lamentar profundamente a imensa falta de sensibilidade daqueles que não percebem a importância disso”, destacou.
Ela explicou que a redução das tarifas elétricas é uma das ações mais importantes para a redução de capital, levando, consequentemente, à diminuição dos custos de investimentos e ao crescimento sustentável do País.
Fonte:
Ministério de Minas e Energia
Agência Brasil
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