Infraestrutura
Aberta consulta pública para transporte de produtos perigosos
Termina no dia 31 de agosto o prazo para a população opinar sobre o Sistema Nacional de Transporte de Produtos Perigosos
O transporte de produtos perigosos no Brasil passará por consultas públicas para a elaboração de novas regras. Por isso, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) abriu nesta segunda-feira (1), o prazo para consultas públicas sobre o novo Sistema Nacional de Transporte de Produtos Perigosos (SNTPP).
O objetivo do Sistema é organizar e sistematizar o controle ambiental do transporte marítimo e do transporte interestadual fluvial e terrestre de produtos perigosos. O desenvolvimento, implantação e operação do SNTPP será realizado pelo próprio Ibama.
A melhoria desse sistema significa ampliar as informações sobre a cadeia complexa de produtos perigosos que circulam no País e subsidiar o gerenciamento de riscos para melhoria da prevenção e resposta aos acidentes ambientais.
Os documentos relativos ao SNTPP encontram-se disponíveis no endereço eletrônico. Os interessados também podem enviar suas sugestões pelo e-mail:sistematransporte.sede@ibama.gov.br. O período para participar das consultas públicas termina no dia 31 de agosto.
De acordo com o Ibama, o sistema será controlado por meio da identificação de áreas prioritárias para a fiscalização e por meio da delimitação das áreas em que este tipo de transporte será proibido. Outros objetivos são garantir o pronto atendimento a acidentes ambientais e a integração com os demais órgãos públicos que regem a matéria.
Produtos perigosos
O Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu uma comissão de especialistas em produtos perigosos, que elaboraram uma relação com aproximadamente dois mil produtos considerados perigosos.
A classificação é feita com base no tipo de risco que estes materiais apresentam e de acordo com as Recomendações para o Transporte de Produtos Perigosos da ONU. Elas são divididas em explosivos, gases, líquidos inflamáveis, sólidos inflamáveis, substâncias auto-reagentes e explosivos sólidos insensibilizados, substâncias Oxidantes e Peróxidos Orgânicos, Substâncias Tóxicas e Substâncias Infectantes, Substâncias Radioativas, corrosivas e perigosas diversas.
Fontes:
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
Secretaria de Estado da Defesa Civil
Com informações da Agência CNT
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