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Infraestrutura

Acordo prevê construção de 1.140 moradias populares em São Paulo

Financiamento habitacional

Trata-se do segundo protocolo de intenções firmado entre União e prefeitura de São Paulo; Haddad agradece apoio do governo federal
por Portal Brasil publicado: 05/06/2014 14h03 última modificação: 30/07/2014 02h58

A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, assinaram protocolo de intenções para a construção de moradias populares no bairro de Piratuba – Vila Clarice. O acordo firmado na última quarta-feira (4) prevê a construção de aproximadamente 1.140 unidades habitacionais em uma área de 136 mil m². O encontro foi acompanhado pela superintendente da União de São Paulo (SPU/SP), Ana Lúcia dos Anjos, e por representantes de movimentos sociais.

O prefeito Fernando Haddad agradeceu o apoio do governo federal e destacou o trabalho que vem sendo realizado na área habitacional. "Estamos colocando um plano para "andar" que não é para essa administração, mas sim para a cidade de São Paulo. Até porque programa habitacional é programa de Estado e não de governo", enfatizou.

Já a ministra Miriam Belchior fez um breve relato sobre as conquistas do setor nos últimos anos. Desde 2010, foram destinamos 189 imóveis em todo o país para moradias de interesse social. O que corresponde a 25 milhões de m² destinados à produção habitacional. Cerca de 100 mil famílias já foram atendidas.

"Do ponto de vista do governo federal, a destinação de áreas da União é uma política fundamental para inclusão ao acesso à moradia urbana. Nesse sentindo, desde 2003, a SPU passou a ter um trabalho que não era só de gerir as áreas da União, mas especialmente de discutir a destinação dessas áreas para o melhor uso social possível", ponderou Miriam.

Esse é o segundo protocolo de intenções firmado entre a União e a prefeitura. Ao todo serão transferidas oito áreas que equivalem a 500 mil m² com capacidade para construção de 10 mil moradias. Os locais estão distribuídos entre as zonas sudeste, leste, oeste e central da cidade.

Fonte:
Ministério do Planejamento

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