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Infraestrutura

Secretaria de Aviação detalha medidas preventivas contra ebola

Transporte aéreo

Vírus que vitimou mais de mil pessoas em Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria, tem risco de transmissão considerado baixo para Brasil
por Portal Brasil publicado: 22/08/2014 18h04 última modificação: 22/08/2014 18h29

A Secretaria de Aviação Civil publicou comunicado nesta sexta-feira (22) detalhando os procedimentos adotadas pelos aeroportos brasileiros para evitar a transmissão do vírus do ebola. O vírus, que vitimou 1.350 pessoas em Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria, tem risco de transmissão considerado baixo para o território brasileiro.

De acordo com a pasta, a Organização Mundial de Saúde (OMS) está monitorando a situação e ajudando as autoridades locais na tentativa de conter o surto. Não há, porém, restrições às viagens aéreas aos países afetados, e a chance de uma pandemia (ou seja, uma epidemia global) é considerada remota.

Acionado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Comitê Técnico de Segurança da Conaero (Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias) adotou um protocolo de resposta que consiste de uma série de medidas:

  • Identificar suspeitos já no avião, mantê-los tão afastados quanto possível dos demais pacientes e notificar o aeroporto de destino;
  • O aeroporto, por sua vez, notifica a Anvisa para a avaliação do caso no desembarque; tripulantes e pessoas que se sentaram próximas ao suspeito são incluídas na investigação;
  • Se caracterizada a suspeita de ebola, o paciente deverá ser levado de ambulância a um hospital de referência. Todas as capitais têm hospitais designados para esse tipo de emergência.

As equipes médicas de aeroporto têm kits de proteção individual que contêm luvas, macacão, máscaras, botas e aventais impermeáveis. Cada uma das 12 cidades-sede da Copa do Mundo já possui de 20 a 40 kits de proteção em suas equipes de transferência dos pacientes. As outras capitais começaram a recebê-los nesta semana. Casos mais graves serão encaminhados ao Hospital Evandro Chagas, no Rio de Janeiro. O Governo do Distrito Federal já disponibilizou uma ambulância aérea para esse transporte.

Além disso, os aeroportos têm feito avisos sonoros em português, inglês e espanhol de meia em meia hora com alerta sobre o que é a doença e que precauções devem ser tomadas pelos viajantes.

Fonte:
Secretaria de Aviação Civil

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