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Infraestrutura

Angra 1 será reabastecida com urânio enriquecido no País

Tecnologia nacional

80% do elemento a ser utilizado virá da Fábrica de Combustível Nuclear (FCN) da INB, em Resende, Estado do Rio de Janeiro
por Portal Brasil publicado: 13/11/2014 18h06 última modificação: 13/11/2014 18h06

Pela primeira vez, uma usina nuclear brasileira será reabastecida com urânio enriquecido no Brasil.

Na 22ª recarga de combustível de Angra 1, prevista para 2016, 80% do urânio enriquecido a ser utilizado virá da Fábrica de Combustível Nuclear (FCN) das Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Resende (RJ).

Com isso, a tendência é diminuir a dependência do Brasil, que atualmente enriquece 100% do urânio usado no reabastecimento das usinas Angra 1 e 2 em empresas estrangeiras.

Todo o urânio enriquecido (UF6) produzido na FCN até junho de 2015 será utilizado na fabricação de combustíveis da 22ª recarga de Angra 1 – programada para o ano seguinte e com duração estimada em 36 dias.

A utilização de tecnologia nacional vai gerar economia para o setor nuclear brasileiro, já que o processo de enriquecimento representa 30% do custo de fabricação do combustível nuclear.

Atualmente, estão sendo acumuladas cerca de 16 toneladas de urânio enriquecido para essa recarga de Angra 1 – quantidade correspondente a oito cilindros do material.

Em seu estado natural, o índice de concentração do urânio é de 0,7%, mas, após o processo de enriquecimento, essa taxa chega a 4%. 

Com este nível de concentração, gera-se uma grande quantidade de energia, capaz de alimentar os geradores nucleares.

Novos estudos vêm sendo realizados para atender, no futuro, toda a geração energética nuclear do Brasil, que inclui as usinas Angra 1 e 2, em funcionamento, e Angra 3, com previsão para entrar em operação comercial em 2018.

Em números, isso representará uma potência nominal de 3.395 MW (640 MW de Angra 1; 1.350 MW de Angra 2 e 1.405 MW de Angra 3).

Fonte:
Eletrobras

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