Infraestrutura
Minorias terão prioridade no Minha Casa Minha Vida em SP
Casa própria
Gays e travestis em situação de rua e atendidos por albergues da Prefeitura de São Paulo, mulheres que sofrem ameaças e violências doméstica, indígenas e idosos que moram sozinhos e têm mais de 60 anos terão prioridade nas seleções do programa Minha Casa Minha Vida na capital paulista.
A decisão foi tomada com a publicação de resolução do Conselho Municipal de Habitação (CMH), nesta sexta-feira (31), no Diário Oficial de São Paulo.
A ampliação do acesso à moradia popular para essas minorias em situação de rua e/ou violência enriquece os critérios de seleção já adotados no programa em nível nacional.
Cada cidade pode definir critérios que complementem a diretriz nacional que atualmente prioriza pessoas com deficiência, moradores de áreas de risco, mulheres chefes de família e casais que têm renda mensal de até R$ 1,6 mil por mês.
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