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Infraestrutura

País trabalha com planejamento de energia, diz ministro Lobão

Energia

Plano 2050 traça cenários socioeconômicos, desafios para atender demanda e estratégias para garantir suprimento energético
por Portal Brasil publicado: 13/11/2014 17h55 última modificação: 13/11/2014 17h56

O Brasil não precisou decretar racionamento de energia elétrica em 2014, “como defendiam insistentemente os críticos do governo, porque, nesse setor, o governo trabalha com planejamento e executa o que planeja”, afirmou o Ministro de Minas e Energia (MME), Edison Lobão, ao instalar, nesta quinta-feira (13), encontro técnico para a discussão do Plano Nacional de Energia (PNE) 2050.

 “Durante todo o ano fomos acutilados por previsões pessimistas, numa campanha indormida, de que estávamos caminhando para um mergulho denso em um racionamento", disse.

"Baseados na segurança do nosso planejamento, resistimos. O planejamento indicava a geração e a transmissão necessárias, e, assim, ninguém foi compelido contra sua vontade a economizar ou deixar de usar energia”, disse o Ministro.

No discurso de lançamento do plano, Edison Lobão disse ter “orgulho do corpo técnico e das instituições que integram o Ministério”.

Por isso, considerou uma “agressão” as críticas de que não haveria planejamento no setor elétrico.

Também participaram da abertura o Secretário-Executivo do MME, Márcio Zimmermann, o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME, Altino Ventura, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino e o Diretor da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Amilcar Guerreiro.

PNE 2050

O PNE 2050 traça os cenários socioeconômicos nesse horizonte, os desafios para atender a demanda e as estratégias e políticas para garantir a segurança e a qualidade do suprimento energético ao longo prazo.

O Plano Nacional de Energia leva em consideração as variáveis de mercado, questões socioambientais e os potenciais avanços tecnológicos para realizar suas estimativas.

No evento desta quinta-feira foram debatidos duas das cinco partes do PNE 2050: o cenário econômico e a demanda. O PNE 2050 é o segundo estudo de longo prazo realizado pelo MME e EPE.

Em 2007, foi lançado o Plano Nacional de Energia 2030 (PNE 2030), o primeiro estudo na esfera governamental com a visão de planejamento integrado de energia. 

O estudo do componente socioeconômico analisa eventos que influenciam o setor energético desde a publicação do documento anterior, como o forte ganho de competitividade obtido pela energia eólica no Brasil, a ampliação da geração solar, o aproveitamento do shale gas, o debate sobre as mudanças climáticas, além de eventos econômicos e sociais desse período.

Os estudos também visam a antecipar as possíveis inovações e eventos que possam produzir mudanças na sociedade e no seu relacionamento com a energia.

Fonte:
Ministério das Minas e Energia

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