Infraestrutura
PAC pode contemplar obra de abastecimento de água em BH
Segurança hídrica
Para ampliar o abastecimento de água na região metropolitana de Belo Horizonte e amenizar a crise hídrica na região, obras importantes como o aumento da vazão de água para o sistema do rio Manso podem entrar para o Programa de Acelaração do Crescimento (PAC).
O apoio do governo federal foi discutido nesta quarta-feira (28), no Palácio do Planalto, em Brasília, pela presidenta Dilma Rousseff, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, os ministros Nelson Barbosa (Planejamento) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), e representantes da Agência Nacional de Águas (ANA).
O aumento da vazão para o sistema do rio Manso prevê a construção de uma adutora de quatro quilômetros de extensão, que vai captar água do rio Paraopeba.
Essa obra pode entrar para o PAC a exemplo do que foi feito com São Paulo, afirmou o ministro Nelson Barbosa.
“Nós não temos ainda todos os detalhes do projeto. Isso vai ser trabalhado entre as equipes técnicas e a ideia é que a gente tenha os detalhes até o fim de fevereiro, para o governo definir como pode audar o estado nisso. Pode ser inclusão em obras do PAC, como foi com o projeto apresentado por São Paulo, mas pode também ser por ação conjunta ou outras modalidades”, disse.
A obra é considerada prioritária e emergencial, afirmou Barbosa, e pode ser concluída ainda em 2015. Ela está hoje contratada como uma parceria público-privada (PPP) pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa).
"Esse projeto ainda está em análise dentro da própria companhia. A expectativa é que eles nos apresentem o projeto revisado até o final de fevereiro", afirmou o ministro Barbosa.
Segundo o governador Pimentel, o novo sistema de abastecimento pode resolver o problema da região metropolitana de Belo Horizonte até 2050.
A presidenta, afirmou o governador mineiro, conhece bem a região e ficou visivelmente preocupada, tendo orientado os ministros presentes para que apoiassem os pedidos.
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