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Infraestrutura

SP está formatando plano de contingência de energia

Gestão estadual

Documento pretende definir áreas em que o fornecimento de energia não pode interrompido em caso de um apagão seletivo
por Portal Brasil publicado: 27/01/2015 08h43 última modificação: 27/01/2015 08h43

O estado de São Paulo está formatando um plano de contingência de energia elétrica para propor ao governo federal.

Segundo o secretário estadual de Energia, João Carlos de Souza Meirelles, o plano vai definir as áreas em que, se houver um apagão seletivo, não haverá interrupção do fornecimento.

“Exatamente hoje (26) estamos configurando esse pedido, para uma audiência na semana que vem, com o ministro de Minas e Energia, para podermos tratar disso”, disse o secretário na segunda-feira (26), na cerimônia de lançamento do Selo Energia Verde.

“O plano significa definir as áreas que, de forma alguma não podem ser interrompidas. Um exemplo clássico é a Avenida Paulista, ali está o maior corredor de hospitais do País”, destacou.

De acordo com Meirelles, o plano irá propor também que a população reduza o consumo elétrico e que o governo estimule outras maneiras de produção de energia, diferentes das que dependem de reservatórios de água.

“O que nós estamos aguardando é aquilo que foi feito em 2001 e 2002, que é uma proposta à população. Para que economize energia elétrica, para que racionalize o uso, que é a única maneira efetivamente de você contribuir”, disse.

Reconhecimento

Á imprensa, o secretário afirmou que certificará, com o Selo Energia Verde, empresas produtoras e consumidoras de energia limpa e renovável.

Desenvolvido pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), em cooperação com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o selo é entregue a empresas que usam pelo menos 20% da energia de fontes sustentáveis.

“A bioenergia é uma alternativa. A safra de cana-de-açúcar se faz em oito meses, exatamente quando se tem menos água, que é o período de seca. E é o momento que se pode ter geração de energia a partir do bagaço, que é um complemento muito importante”, destacou o secretário.

De acordo com a Unica, a estimativa é que, em dois anos, o setor consiga produzir cerca de 2 mil megawatts de energia a partir do bagaço da cana.

Fonte:
Agência Brasil

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