Infraestrutura
PLD da 2ª semana de fevereiro segue no teto regulamentar
Setor energético
O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), para o período de 7 a 13 de fevereiro de 2015,mais uma vez foi fixado em R$ 388,48/MWh. A redução, em cerca de 5%, nas afluências esperadas para o sistema a partir da segunda semana de fevereiro manteve os preços no limite máximo fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o PLD em 2015.
A informação foi divulgada pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) na última sexta-feira (6).
Houve elevação de 13% no custo marginal de operação dos submercados Sudeste e Sul devido à redução das afluências previstas para estes submercados em cerca de 700 MWmédios e 1.700 MWmédios, respectivamente.
O mesmo fator motivou alta de 103% no custo dos submercados Nordeste e Norte.
Permanece a expectativa de máxima utilização dos recursos hidráulicos do Norte e envio dos excedentes para o Sudeste, sendo que o limite da capacidade de intercâmbio de energia entre estes submercados deve ser atingido, o que faz com que os custos das regiões fiquem diferentes.
O Nordeste foi o único submercado para o qual as afluências foram revistas para valores mais otimistas, o que representa aumento de 1.000 MWmédios em energia. Já a previsão no Norte sofreu queda de 2.700 MWmédios, com revisão de 76% para 56% da média histórica.
As afluências do Sul, que inicialmente estavam previstas em 126% da média histórica, foram revistas para 106%, enquanto no Sudeste a expectativa permanece em cerca de metade da média, com a previsão das afluências revista de 52% para 51%.
A queda das afluências começou a ser observada ao longo da primeira semana de fevereiro, o que impactou os níveis de armazenamento previstos para o início da segunda semana.
Os reservatórios de Sul, Nordeste e Norte apresentaram redução de aproximadamente 1.400 MWmédios na energia armazenada, enquanto o envio de energia dos submercados Norte e Sul para o Sudeste tenha possibilitado a manutenção do nível nos seus reservatórios.
Por outro lado, há expectativa de redução em aproximadamente 1.500 MWmédios no consumo em função da queda das temperaturas.
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