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Infraestrutura

Ajustes de contas não interromperão mudanças na infraestrutura, diz presidenta

Logística

Dilma Rousseff inaugurou três terminais privados de movimentação de cargas no Porto do Rio de Janeiro na manhã desta quinta (12)
por Portal Brasil publicado: 12/03/2015 12h11 última modificação: 01/04/2015 11h24
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR Presidenta posa para foto com trabalhadores durante cerimônia de entrega das obras de expansão e modernização dos terminais privados

Presidenta posa para foto com trabalhadores durante cerimônia de entrega das obras de expansão e modernização dos terminais privados

A presidenta Dilma Rousseff declarou, nesta quinta-feira (12), no Rio de Janeiro, que o conjunto de medidas econômicas anunciadas para ajustar as contas públicas e reduzir a inflação não interromperá o processo de modernização das áreas de infraestrutura e logística no Brasil.

"Estamos reajustando as nossas contas para prosseguir crescendo. E acreditamos que isso se dará nos próximos meses chegando ao final do ano. Afinal esses ajustes que estamos fazendo, eles visam fortalecer a nossa base, o que se chama, os nossos fundamentos econômicos. Melhorar as contas públicas permite que o governo melhore também o seu desempenho."

Nesta manhã, Dilma Rousseff esteve no Porto do Rio de Janeiro, complexo portuário de ampliadas dimensões na capital fluminense, para a inauguração de três terminais privados de movimentação de cargas.

Conhecido como Porto do Futuro, o Porto do Rio de Janeiro recebeu um investimento total de R$ 1,5 bilhão, sendo 1,02 bilhão de empresas privadas, para obras de modernização, extensão e reforma. A expectativa é que o porto tenha capacidade de movimentar dois milhões de TEUs (unidade exclusiva para movimentação de contêineres) e 326 mil veículos por ano quando concluídas todas as obras.

Os investimentos englobam obras para a extensão do cais e da retroárea do porto, além da construção de novo edifício garagem, com sete mil vagas, e três novos armazéns, totalizando 20 mil metros quadrados. O governo responde por R$ 210 milhões em recursos para a dragagem do Porto e R$ 340 milhões para via de acesso terrestre que ligará a Avenida Brasil ao empreendimento, desafogando o trânsito na região.

Marco Regulatório

Dilma falou sobre a criação do novo marco regulatório do setor, anunciado em junho de 2013.  Desde então, foram autorizados 22 novos Terminais de Uso Privados (TUPs), 11 estações de transbordo de carga e uma instalação portuária de turismo, além da expansão de outros 4 TUPs. Tudo isso, que totaliza 38 empreendimentos privados, mobilizará cerca de R$ 11 bilhões de investimentos e há ainda outros 48 processos de outorga em análise.

"Uma das mais importantes consequências [da ampliação e modernização do setor] será um surgimento de um novo mapa logístico, uma nova configuração no Brasil, com a racionalização de custos e também dos transportes pelo Brasil a afora. O porto tem um efeito pra lá de fundamental: ele organiza todos os sistema. O que estamos fazendo aqui é tratar um dos pontos mais importantes da cadeia de logística."

Movimentação

A área em que está localizado o Porto do Rio de Janeiro responde pelo maior volume de geração de receitas tributárias por metro quadrado do território fluminense. O estado do Rio de Janeiro é o segundo maior importador do País, com R$ 21,7 bilhões em 2014. Desse total, US$ 12,3 bilhões chegam ao País pelo porto, dos quais US$ 8,1 bilhões são processados pela economia fluminense e US$ 4,2 bilhões são destinados a outros estados da Federação.

É também o local em que mais se arrecadam impostos federais, estaduais e municipais em território fluminense. Apenas em 2014, a arrecadação de ICMS na nacionalização de cargas foi de R$ 2,2 bilhões.

Fontes:
Portal Brasil, com informações do Blog do Planalto e TV NBR

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