Infraestrutura
Fornecimento de energia no Amazonas será fortalecido ainda em 2016
Eletricidade
O Estado do Amazonas deverá receber, até o final do ano, mais de 900 megawatts (MW) de energia nova, metade proveniente da nova usina termelétrica Mauá 3, que iniciará a produção até o mês de outubro.
Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, em outubro Mauá 3 começará a operar, gerando quase 380 MW de potência, com duas turbinas a gás com capacidade aproximada de 187 MW, cada uma. Braga esteve no Amazonas na última sexta-feira (19).
No primeiro semestre de 2017 deverá entrar em operação uma terceira turbina que aproveita o vapor gerado pelas duas máquinas anteriores e também conseguirá produzir energia, aumentando a capacidade do complexo de 380 MW para 584 MW, no denominado “ciclo combinado”.
“Essa máquina a vapor vai, portanto, baratear ainda mais o custo da energia, o que é muito importante para nós no Amazonas , porque é assim que nós vamos baixar a tarifa, fazendo investimentos, fazendo com que a energia fique mais eficiente, mais limpa e mais barata”, avaliou o ministro.
Outro avanço ocorrido desde o ano passado, foi o aumento da energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) que chega a Manaus. Com o trabalho de aprimoramento, hoje são trazidos 700 MW de energia de Tucurui. Com os transformadores novos que estão chegando para a subestaçao Mauá, será possível ampliar a energia de Tucuruí disponível.
Interior do Estado
O ministro explicou que uma grande evolução também está ocorrendo no interior do Estado, que não está conectado ao SIN. “No interior do Estado, nós já licitamos 124 MW de energia emergencial, que vai ser agora aprovado no Conselho da Eletrobras Amazonas Energia, para serem assinados os contratos”. Braga destacou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já aprovou os primeiros leilões de produtores independentes no Amazonas, para instalar até dezembro mais 400 MW no interior.
"Ou seja, nós estaremos ao final do ano com 550 MW de energia nova no interior do Estado do Amazonas, com produtores independentes, fazendo com que essa energia seja muito mais eficiente e que tenhamos, portanto, energia para poder também implementar um projeto de desenvolvimento", afirmou o ministro.
O ministro citou a relevância econômica e social de haver oferta de eletricidade: “A energia muda a vida das pessoas pra melhor. A energia cara é a energia que não existe, e nós já passamos por isso. Porque, lá atrás, houve apagão no Amazonas e nós não tínhamos energia. Perdíamos emprego, perdíamos investimentos, perdíamos oportunidades”.
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia
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