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Infraestrutura

Escoamento pelos portos do Pará crescerá 160% até 2020

Logística

Novos terminais portuários tornará a produção agrícola do Centro-Oeste mais competitiva
por Portal Brasil publicado: 08/03/2016 16h30 última modificação: 08/09/2016 18h30
Foto: Governo do MA Esse salto considerável na capacidade de movimentação de grãos será possível com a concessão das próximas seis áreas para novos terminais portuários

Esse salto considerável na capacidade de movimentação de grãos será possível com a concessão das próximas seis áreas para novos terminais portuários

Projeção da Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República aponta que a atual capacidade de transporte de granéis sólidos dos terminais portuários do Arco Norte aumentará pelo menos 160% até 2020. Isso significa um salto da atual marca de de 8,5 milhões de toneladas (considerando portos públicos e privados) para 22,1 milhões de toneladas por ano. 

A estimativa foi apresentada, nesta terça-feira (8), pelo ministro da SEP, Helder Barbalho, no seminário “Setor Portuário: Desafios e Oportunidades”, em Cuiabá. A ampliação da capacidade de movimentação será possível com a concessão de seis áreas para novos terminais portuários, todas no Pará, a serem leiloadas ema 31 de março, na BM&FBovespa, em São Paulo.

O ministro lembrou que das seis áreas disponíveis para arrendamento, apenas uma é destinada à movimentação de fertilizantes, e todas as demais são voltadas para o transporte de grãos.

Todo esse planejamento está, segundo o ministro, “absolutamente interligado com a necessidade logística de escoamento da produção de grãos do Centro-Oeste brasileiro”. Helder destacou “a importância do envolvimento dos produtores de Mato Grosso, compreendendo que a consolidação do Arco Norte permite que haja um novo caminho de acesso, que haja o barateamento dessa produção e consequentemente a competitividade de nossos produtos”.

Competitividade

De acordo com dados apresentados pelo consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Luiz Antonio Fayet, durante esse roadshow de apresentação das oportunidades de investimento no setor portuário brasileiro, dependendo da região produtora, a economia possível com a movimentação da produção agrícola pelos portos do Arco Norte varia entre US$ 47 e US$ 60 por tonelada de grão. Isso porque o deslocamento terrestre da porteira até o porto pode ser reduzido de 500 a mil quilômetros.

O ministro lembrou os esforços para integrar os portos com os vários modais na consolidação da logística do Arco Norte. Destacou as melhorias previstas na rodovia BR-163 de Mato Grosso ao Pará, incluindo o asfaltamento do trecho entre Miritituba (PA) e Santarém (PA), assim como em ferrovias para a ligação das regiões Centro-Oeste e Norte e a conclusão da licitação para a construção de um caminho fluvial no trecho conhecido como Pedral do Lourenço que permite a navegabilidade contínua na hidrovia do Tocantins.

“Vamos garantir que o Arco Norte tenha esse encontro multimodal. Assim, quero convidar os senhores para que invistam. Que isso seja uma oportunidade de ganhos para os senhores e para o Brasil”, concluiu.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Secretaria de Portos

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