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1986

Copa de 1986 (México) - Campeão: Argentina

- Portal Brasil

NÚMEROS

Duração: 30 dias
Países: 24
Jogos: 52
Prorrogações: 5
Decisões por pênaltis: 3
Cidades-sede: 9

GOLS

Pró: 132
Contra: 1
Média: 2,54
Jogadores que marcaram: 82
Melhor ataque: 14 gols (Argentina)
Pior ataque: 0 gol (Canadá)
Melhor defesa: 1 gol (Brasil)
Pior defesa: 15 gols (Bélgica)

PÚBLICO

Total: 2.403.000 pessoas
Média: 43.211 por jogo
Estádios: 11
Maior: 114.600 (Argentina x Alemanha)
Menor: 13,8 mil (Hungria x Canadá)

ARBITRAGEM

Número de árbitros: 36
Países com árbitro na Copa: 36
Cartões amarelos: 132
Cartões vermelhos: 8

NÚMEROS POR EVENTO

Arrecadação dos organizadores com ações de marketing: 50 milhões de francos suíços
Audiência acumulada nos jogos pela TV: 13,5 bilhões de pessoas (em todo o mundo)

ESCALAÇÃO BRASIL

Técnico: Telê Santana

Nome Posição Clube
Carlos Goleiro Corinthians
Edinho Zagueiro Udinese – ITA
Alemão Volante Botafogo
Júlio César Zagueiro Guarani
Júnior Meia Torino – ITA
Elzo Volante Atlético-MG
Branco Lateral esquerdo Fluminense
Josimar Lateral direito Botafogo
Sócrates Meia Flamengo
Müller Atacante São Paulo
Careca Atacante São Paulo
Casagrande Atacante Corinthians
Édson Lateral direito Corinthians
Edivaldo Atacante Atlético-MG
Mauro Galvão Zagueiro Internacional
Silas Meia São Paulo
Valdo Meia Grêmio
Zico Meia atacante Flamengo
Falcão Volante São Paulo
Oscar Zagueiro São Paulo
Leão Goleiro Palmeiras
Paulo Victor Goleiro Fluminense

NÚMEROS BRASIL

Jogos disputados: 5
Gols marcados: 10
Gols sofridos: 1
Pênaltis perdidos: 3
Cartões amarelos: 3

CAMPANHA BRASIL

1/6 – 1ª fase: Espanha 0x1 Brasil
6/6 – 1ª fase: Brasil 1x0 Argélia
12/6 – 1ª fase: Irlanda do Norte 0x3 Brasil
16/6 – Oitavas: Brasil 4x0 Polônia
21/6 – Quartas: Brasil 1(3)x1(4) França

FICHA TÉCNICA DA FINAL

29/6, Estádio Azteca, na Cidade do México
Argentina 3x2 Alemanha Ocidental
Argentina
Pumpido; Brown, Cuciuffo, Ruggeri e Olarticoechea; Giusti, Batista, Maradona e Enrique; Burruchaga (Trobbiani) e Valdano.
Técnico: Carlos Bilardo.
Alemanha Ocidental
Schumacher; Jakobs, Berthold, Förster e Briegel; Matthäus, Brehme, Magath (Honess) e Eder; Rummenigge e Allofs (Völler).
Técnico: Franz Beckenbauer.
Local: estádio Azteca, na Cidade do México
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (BRA)
Auxiliares: Erik Fredriksson (SUE) e Berny Morera (COS)
Cartões Amarelos: Maradona, Enrique, Pumpido e Olarticoechea (ARG); Matthäus e Briegel (ALE)
Público: 114,6 mil
Gols: Brown (ARG), aos 23 minutos do primeiro tempo; Valdano (ARG), aos 10, Rummenigge (ALE), aos 29, Völler (ALE), aos 35, e Burruchaga (ARG), aos 38 minutos do 2º tempo.

HISTÓRIA

Coube ao México a honra de se tornar o primeiro país a receber duas vezes a Copa do Mundo, após a Colômbia ter desistido da candidatura devido a graves problemas financeiros.
Como Garrincha fez em 1962, mais uma vez a Copa foi decidida por um único jogador. Diego Armando Maradona desequilibrou para a Argentina e levou o bicampeonato após realizar uma competição inesquecível.
O ponto alto da campanha argentina foi o confronto contra a Inglaterra, cuja rivalidade se acirrou após a Guerra das Malvinas. Maradona foi o nome do jogo marcado dois gols antológicos. O primeiro com a chamada “mão de Deus” (La mano de Dios), onde usou o braço para superar o goleiro inglês Peter Shilton. Em seguida, marcou o mais belo gol de todas as copas ao driblar sete adversários e selar a vitória.
A Argentina sagrou-se campeã ao derrotar a Alemanha na final, por 3 a 2. Chegaram a estar vencendo por 2 a 0, mas os alemães empataram e poderiam ter virado, não fosse Maradona decidir o jogo com um passe preciso para Burruchaga fazer o gol do título.
Três seleções fizeram sua estreia no torneio: Dinamarca, Canadá e Iraque. A primeira se destacou na fase inicial, derrotando favoritos como Uruguai e Alemanha Ocidental, e ganhou o apelido de “Dinamáquina”, mas foi impiedosamente goleada pela Espanha nas oitavas de final. Quem fez mais história foi o Marrocos, o primeiro país africano a ultrapassar a primeira fase.

O BRASIL

Para a convocação daqueles que formariam o grupo brasileiro, o técnico Telê Santana teve problemas, principalmente por causa de jogadores lesionados. Cerezo foi cortado, Zico e Falcão não tinham condições de ser titulares e Leandro pediu dispensa após o corte de Renato Gaúcho por indisciplina.
O time fez uma boa campanha na primeira fase, com três vitórias e nenhum gol marcado. Após a goleada sobre a Polônia nas oitavas de final por 4 a 0, o Brasil foi surpreendido pela França de Michel Platini nos pênaltis, após a Júlio César e Sócrates perderem suas cobranças. A disputa terminou 4 a 3 para a França.
O jogo marcou a carreira de Zico, que perdeu um pênalti no tempo normal quando a partida estava empatada por 1 a 1.

  • Copa de 1986 Brasil e França
    • Nas quartas de final, o Brasil perde a disputa por pênaltis para a seleção francesa de Michel Platini.  
    • | Foto: Jean-Yves Ruszniewski | Crédito: TempSport/Corbis/Latinstock
  • Copa de 1986 Seleção da Argentina
    • Na copa em que Maradona marcou o mais belo gol de todas os jogos, a Argentina leva a taça de campeã.  
    • | Foto: Gerard Rancinan/Pierre Perrin | Crédito: Sygma/Corbis/Latinstock
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