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Brasil passa comando da Área Marítima do Atlântico Sul para a Argentina

por Portal Brasil publicado: 24/03/2010 20h15 última modificação: 28/07/2014 11h46

Um novo coordenador assumirá a Área Marítima do Atlântico Sul (Camas) a partir da próxima semana. O cargo, atualmente exercido pelo Brasil – representado pelo contra-almirante José Aloysio de Melo Pinto – será passado para o contra-almirante argentino Gastón Fernando Erice. A transmissão de cargo será no dia 26 de março, às 10h30, no Rio de Janeiro.


A cerimônia será presidida pelo comandante da Marinha do Brasil, com a presença dos componentes da Junta de comandantes-em-chefe das Marinhas da Área Marítima do Atlântico Sul (Amas), formada pelos comandantes das Marinhas da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.   A cerimônia contará ainda com a participação de personalidades da comunidade marítima e representantes governamentais, além autoridades e oficiais destes países.


Durante a gestão brasileira, o Camas focou sua atuação na ampliação da troca de informações entre as Marinhas da Amas, na elaboração de novos procedimentos e no desenvolvimento e mprego de moderna tecnologia no Controle Naval do Tráfego Marítimo.


Ao longo dos últimos 42 anos, o cargo vem sendo exercido, em sistema de rodízio, por almirantes argentinos, brasileiros e uruguaios.  No final dos anos 60, após um processo de entendimento e cooperação mútua das Marinhas do Cone Sul, foi criada a região internacionalmente conhecida como Área Marítima do Atlântico Sul (Amas).


A organização da Amas foi estruturada para atender ao Plano de Coordenação da Defesa do Tráfego Marítimo Interamericano, criado no âmbito do Tratado Interamericano de Assistência  Recíproca (Tiar). O objetivo desse plano é coordenar as ações dos países americanos, inerentes  à direção, ao controle e à proteção do trafego  marítimo continental, a fim de contribuir para assegurar o uso das vias de comunicações marítimas de interesse.


Em um cenário de crescente importância da área marítima brasileira, conhecida como “Amazônia Azul”, onde se localizam campos de petróleo que se tornaram ainda mais importantes, com as perspectivas de exploração das bacias petrolíferas do  pré-sal,  o  entendimento, a cooperação e a troca de informações entre as Marinhas lindeiras (vizinhas) ao Atlântico Sul são fundamentais para se contrapor às chamadas “novas  ameaças” (terrorismo, pirataria, contrabando, tráfico de drogas e crimes ambientais).


Fonte:
Marinha do Brasil

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