Meio ambiente
Reflorestamento de áreas degradadas terá R$ 8 milhões
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) recebe, até 9 de setembro, projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação voltados ao reflorestamento em áreas degradadas e ambientes impróprios para produção agrícola, visando à restauração ambiental, serviços ecológicos, produção de madeira, biomassa e outros usos.
As propostas devem ser encaminhadas ao site do CNPq, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas. O proponente deve ter título de doutor, ter currículo cadastrado na Plataforma Lattes, ser obrigatoriamente o coordenador do projeto e ter vínculo celetista ou estatutário com a instituição executora.
O edital 026/2010 receberá investimentos de R$ 8 milhões, oriundos dos Fundos Setoriais, a serem liberados em três parcelas. Um dos objetivos da iniciativa é desenvolver tecnologias e inovações para reduzir os impactos das ações antrópicas no meio ambiente, enfatizando os reflorestamentos, preferencialmente com espécies nativas, em áreas degradadas.
Serão três chamadas de submissão de propostas, conforme sua abrangência. A primeira é para propostas individuais, com valor máximo de financiamento de R$ 100 mil. A segunda se volta a projetos que integrem mais de um grupo de pesquisa e o investimento máximo é de R$ 200 mil. Já a terceira envolve projetos em rede, voltados à validação de modelos de transferência de tecnologia ou de serviços especializados de apoio ao reflorestamento. Estes devem ter abrangência institucional, reunindo distintos grupos de pesquisa e integrando linhas temáticas. O valor máximo de financiamento é de R$ 600 mil.
Parcela mínima de 30% dos recursos é destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste. As propostas apoiadas devem ter seu prazo máximo de execução estabelecido em 36 meses. A divulgação dos resultados no Diário Oficial da União (DOU) e no site do CNPq está prevista para novembro.
Fonte:
Ministério da Ciência e Tecnologia
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