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Instituto Chico Mendes investiga incendiários na Serra da Canastra (MG)

por Portal Brasil publicado: 01/09/2010 10h31 última modificação: 28/07/2014 11h45

Segundo o presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Rômulo Mello, não há dúvidas que os incêndios que destruíram quase metade da vegetação do Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais, foram criminosos. De acordo com Mello, alguns suspeitos já estão sendo investigados.

“Há evidências de que houve ação humana intencional, ou seja, os focos de queimadas foram provocados por incendiários, provavelmente pessoas a mando de fazendeiros do entorno do parque ou das áreas ainda não regularizadas”, disse. O instituto investiga quatro origens do fogo no parque. “O ICMBio está levantando dados para prender e punir os culpados”, assegurou.


Os sete focos de incêndio que ocorrem há 17 dias no local já estão praticamente controlados. Nesta terça-feira (31), as atenções dos brigadistas foram concentradas na parte sudoeste do parque, onde está o último foco. Segundo brigadistas, o fogo deverá estar totalmente controlado até quarta-feira.


Para controlar o incêndio, dois aviões air track e quatro helicópteros equipados com sistema bambicucker (caçambas) fazem o combate aéreo, enquanto cerca de 30 brigadistas trabalham em terra. Nas duas últimas semanas, 80 brigadistas contratados pelo ICMBio se revezaram no combate ao fogo, que destruiu 35 mil hectares regularizados e 49 mil da parte ainda não regularizada. No total, 84 mil hectares foram queimados.


Os primeiros levantamentos feitos pelos brigadistas indicam que o fogo começou na parte baixa da região conhecida como Casca Dantas. Há indícios de movimentação de pessoal em outra área conhecida como Lavrinha, onde foram localizadas pegadas em uma trilha que se dirige a floresta. Os dados estão sendo avaliados pela perícia, que vai fazer levantamento das causas dos incêndios no parque.



Fonte:
Instituto Chico Mendes

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