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Meio ambiente

Campanha Coleta Seletiva de Lixo

Campanha busca ensinar consumidores brasileiros a separar corretamente o lixo e ajudar na geração de renda e emprego, além da preservação dos recursos naturais
por Portal Brasil publicado: 17/06/2011 17h15 última modificação: 28/07/2014 12h55
Portal Brasil Um dos cartazes da campanha de coleta seletiva do lixo: meta é ensinar a população a separar lixo doméstico

Um dos cartazes da campanha de coleta seletiva do lixo: meta é ensinar a população a separar lixo doméstico

A campanha está sendo reveiculada na tv aberta a partir do dia 20 de novembro até dia 8 de dezembro de 2011, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, inicia uma campanha nacional para conscientizar a população brasileira sobre o valor do lixo, como separá-lo adequadamente para gerar renda e emprego e de que maneira podemos utilizá-lo para preservar nossos recursos naturais. 

Com a mensagem “Separe o lixo e acerte na lata”, a primeira etapa da campanha traz peças publicitárias que têm como personagem principal o lixo e tudo o que ele ainda pode oferecer: desde adubo e energia - para o caso dos resíduos úmidos -, até madeira sintética e tecido - através da reciclagem de garrafas pets e embalagens longa vida.

Para ser um participante ativo desta empreitada, é preciso saber como separar corretamente o lixo seco do lixo úmido. Isso facilita o trabalho dos catadores de lixo reciclável, que conseguem recolher maior quantidade de material reaproveitado e aumentar a renda com a venda dos resíduos.

Material reciclável

O lixo úmido (ou orgânico) é composto por restos de alimentos, cascas e ossos, pó de café e de chá, galhos e podas. Separados e reciclados, pode servir de adubo na produção agrícola ou como insumo para gerar energia.

O lixo seco, por sua vez, é todo o resíduo feito de papel (como caixas longa vida), vidro (potes de maionese), metal (latas de alumínio) e plástico (garrafas PET). Se limpos e separados corretamente, podem gerar emprego, renda e poupar recursos naturais. Com garrafas PET, por exemplo, é possível produzir madeira sintética ou um novo plástico. 

Acesse o link da campanha para mais informações. 

Fonte:

Ministério do Meio Ambiente 

 

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