Você está aqui: Página Inicial > Meio Ambiente > 2012 > 01 > Empresas discutem investimentos no Brasil durante Fórum Econômico Mundial

Meio ambiente

Empresas discutem investimentos no Brasil durante Fórum Econômico Mundial

por Portal Brasil publicado: 31/01/2012 11h32 última modificação: 29/07/2014 09h02

O Brasil aproveitou o Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), para reforçar, em dois eventos estratégicos, a imagem do País como destino seguro e atraente para investimentos estrangeiros diretos. O primeiro deles, um seminário sobre as oportunidades de investimentos na cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil, que fez parte da agenda oficial do fórum, reuniu 45 participantes, a maioria CEOs (diretores executivos) de grandes empresas globais. O segundo evento, um almoço de negócios no dia 28 de janeiro, reuniu 100 executivos, principalmente de fundos de investimentos, aos quais foram apontadas oportunidades de investimentos em áreas de sustentabilidade como energias renováveis.

O seminário sobre petróleo e gás, no dia 27 de janeiro, foi aberto pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Alessandro Teixeira, e teve as participações do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, do presidente e do diretor financeiro da Petrobras, respectivamente Sérgio Gabrielli e Almir Barbassa, e do vice-presidente global da General Electric (GE), John Rice, que, como os brasileiros, também foi palestrante no evento.

John Rice, executivo responsável pela definição da estratégia global de ação da GE, disse que o talento e a capacidade de inovação brasileiros foram as razões de a empresa instalar no Brasil seu centro mundial de pesquisa. As unidades brasileiras da GE exportam para clientes no mundo inteiro, inclusive para os Estados Unidos, onde está a matriz da empresa. “Nós podemos ter dúvidas sobre investir em vários países, mas nunca sobre o Brasil”, disse Rice.

 

Indústria aeroespacial

Durante o seminário, a equipe da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) foi procurada por representantes da ArcelorMittal, que manifestaram interesse em ampliar seus investimentos no Brasil, não apenas na área de petróleo e gás, mas também na cadeia produtiva da indústria aeroespacial. Nos próximos meses, representantes do grupo se reunirão com a Apex-Brasil para discutir oportunidades de investimentos necessários para o adensamento dessa cadeia. A ArcelorMittal é um dos maiores grupos siderúrgicos em todo o mundo e o maior produtor de aço no Brasil.

Outras empresas globais também deverão se reunir, nos próximos meses, com os técnicos da Apex-Brasil para aprofundarem o conhecimento da cadeia de petróleo e gás no Brasil para definição de possíveis investimentos. Segundo a agência, interessa ao Brasil adensar essa cadeia produtiva, de forma a fortalecer a indústria nacional e reduzir a dependência de fornecedores estrangeiros.

Durante o seminário, o secretário-executivo do Mdic destacou que, desde 2004, vem aumentando o número de engenheiros formados no Brasil e citou também a atenção dada aos cursos técnicos como forma de suprir a demanda do mercado por mão de obra qualificada, uma das preocupações manifestadas pelos participantes. 

De acordo com a Apex-Brasil, um conjunto de ações foi posto em prática durante os cinco dias do Fórum Econômico Mundial, consolidando a imagem do Brasil como um país inovador, criativo e com forte crescimento econômico e como um destino seguro para investimentos estrangeiros, especialmente em um momento de ameaça de grave crise econômica internacional.

 

Fonte:
Apex-Brasil

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Brasil assina acordo de Paris sobre mudança do clima
A cerimônia reuniu mais de 130 chefes de Estado em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas
Mais de 80% das áreas rurais já foram registradas
O Ministério do Meio Ambiente apresentou, nesta sexta-feira (6), um balanço do Cadastro Ambiental Rural (CAR)
Crise Hídrica: governo vai financiar recuperação de nascentes de rios
Serão R$ 45 milhões para criar até 30 Áreas de Preservação Permanentes (APPs) em assentamento da reforma agrária próximos a 18 regiões metropolitanas do País
A cerimônia reuniu mais de 130 chefes de Estado em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas
Brasil assina acordo de Paris sobre mudança do clima
O Ministério do Meio Ambiente apresentou, nesta sexta-feira (6), um balanço do Cadastro Ambiental Rural (CAR)
Mais de 80% das áreas rurais já foram registradas
Serão R$ 45 milhões para criar até 30 Áreas de Preservação Permanentes (APPs) em assentamento da reforma agrária próximos a 18 regiões metropolitanas do País
Crise Hídrica: governo vai financiar recuperação de nascentes de rios

Últimas imagens

Vista da RPPN Raso do Mandi II, em Santa Catarina
Vista da RPPN Raso do Mandi II, em Santa Catarina
ICMBio/Germano Woehl Junior
Medidas permitiu reduzir em 12,5% a relação entre a quantidade de água consumida e o volume de petróleo processado
Medidas permitiu reduzir em 12,5% a relação entre a quantidade de água consumida e o volume de petróleo processado
Divulgação/Petrobras
Relatório da Unesco recomenda que cada país promova políticas para alcançar equilíbrio entre os setores da economia e a sustentabilidade dos recursos hídricos
Relatório da Unesco recomenda que cada país promova políticas para alcançar equilíbrio entre os setores da economia e a sustentabilidade dos recursos hídricos
Divulgação/Governo de São Paulo
Após reabilitação, quatro peixes-boi são devolvidos aos rios da Amazônia
Após reabilitação, quatro peixes-boi são devolvidos aos rios da Amazônia
Foto: Cláudio Sampaio/ICMBio
Após a apreensão, todos os animais foram devolvidos com vida ao rio Branco
Após a apreensão, todos os animais foram devolvidos com vida ao rio Branco
Divulgação/ICMBio

Governo digital