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Rio+20 norteará desenvolvimento sustentável para erradicação da miséria

por Portal Brasil publicado: 13/01/2012 19h55 última modificação: 29/07/2014 09h02

O primeiro rascunho do texto-base que pautará o Rio+20, em junho, divulgado na última quarta-feira (11), mostra preocupação dos países da Cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) com o número de pessoas em situação de miséria no mundo (1,4 bilhão). O documento aponta para a importância de unir esforços para o enfrentamento do problema.

“Reafirmamos a nossa determinação para libertar a humanidade da fome. Queremos, por meio da erradicação de todas as formas de pobreza, lutar por sociedades iguais e inclusivas, por estabilidade econômica e crescimento que beneficie a todos”, diz o relatório.

Uma das soluções propostas foi a promoção do uso de tecnologias limpas para a produção de energia. Outras 15 recomendações foram feitas no sentido de garantir a promoção da segurança alimentar, a preservação das florestas, oceanos e mares, além da redução dos impactos no clima.

De acordo com o texto, o desenvolvimento sustentável só ocorrerá a partir de uma integração entre os países mais pobres e os países ricos. A ideia é que as barreiras comerciais sejam evitadas a fim de possibilitar financiamentos, trocas de conhecimento e o desenvolvimento tecnológico das nações emergentes. É feito um apelo para que os países ricos atinjam ao menos 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) para assistência oficial às nações pobres e em desenvolvimento até 2015.

A cúpula tem ainda, entre suas metas, a redução do impacto na biodiversidade e a resolução de questões diplomáticas como a criação de uma agência ambiental independente a ser sediada no Quênia. A proposta do documento é que entre os anos 2012 e 2015 as nações elaborem metas direcionadas para uma economia verde, que deverão ser colocadas em prática em três anos e consolidadas até 2030.

Só o Brasil concentra 16,27 milhões dos extremamente pobres, sobrevivendo com renda per capita mensal de R$ 70. A África subsariana é a região do mundo onde existem mais pessoas a em níveis de pobreza extrema segundo informações do Banco Mundial em 2011: cerca de 72% da população subsiste com menos de 2 dólares por dia.

 

Fonte:
Fundação Palmares

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