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Meio Ambiente

Oficina avalia conservação de peixes ósseos marinhos

Preservação

Iniciativa avaliou 211 espécies de 39 famílias, que vivem ao longo do litoral brasileiro
por Portal Brasil publicado: 11/11/2013 15h57 última modificação: 29/07/2014 23h55

Uma Oficina de Avaliação do Estado de Conservação de Peixes Ósseos (Actinopterygii) Marinhos, realizada pela Coordenação de Avaliação do estado de Conservação da Biodiversidade (Coabio) entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro, na AcadeBio, em Iperó (SP), avaliou 211 espécies de 39 famílias. Os peixes avaliados compreendem uma variedade de espécies que vivem ao longo do litoral brasileiro em estuários, lagoas costeiras e águas da plataforma continental, bem como algumas espécies de águas profundas.

As avaliações foram elaboradas tendo como base os formulários preenchidos com informações sobre as espécies, para que fossem estabelecidos os critérios e categorias de ameaça de acordo com a metodologia da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN – sigla em inglês), adotada no processo de avaliação da fauna brasileira do ICMBio.

Das 211 espécies de peixes avaliadas, três entraram em alguma categoria de ameaça, duas Quase Ameaçada (NT), 182 consideradas como Menos Preocupante (LC), 21 com Dados Insuficientes (DD) e três consideradas como não elegíveis para uma avaliação regional no Brasil, sendo categorizadas como Não Aplicável (NA).

A oficina contou com 26 pesquisadores de diferentes instituições: Cepsul, Instituto Mar Adentro, Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade de São Paulo (USP), bem como facilitadores e relatores de unidades do ICMBio (Coabio, ESEC Tupiniquins, Cenap, Cepsul).

 

Fonte:

Instituto Chico Mendes

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