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Meio Ambiente

Crianças aprendem brincando sobre mamíferos aquáticos da Amazônia

Exposição

Atividade faz parte do Ecoturismo Amigo do Boto-vermelho da Amazônia, projeto de turismo sustentável e interação de baixo impacto
por Portal Brasil publicado: 05/02/2014 10h35 última modificação: 30/07/2014 03h16
Divulgação/Governo do Amazônas Destaque das atividades lúdicas ficaram por conta, dentro outros, do boto-vermelho (Inia geoffrensis)

Destaque das atividades lúdicas ficaram por conta, dentro outros, do boto-vermelho (Inia geoffrensis)

Cerca de 20 crianças da comunidade ribeirinha São Thomé, localizada no município de Iranduba, a 50 quilômetros de Manaus, participaram de atividades lúdicas e exposição sobre os mamíferos aquáticos da Amazônia. O destaque ficou por conta do peixe-boi (Trichechus inunguis) e do boto-vermelho (Inia geoffrensis).

De acordo com o biólogo Rafael Tavares, coordenador do núcleo de Educação Ambiental da Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa), as crianças foram ensinadas, de uma forma bem descontraída, sobre a importância que esses animais têm para o equilíbrio ecológico. Houve pintura de rosto, desenho no papel, dança e canto.

A atividade da última sexta-feira (31) faz parte do Ecoturismo Amigo do Boto-vermelho da Amazônia, um projeto de turismo sustentável e interação de baixo impacto com essa espécie no Amazonas. Foi organizada em parceria com o Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI).

“Fizemos tudo isso para que, de forma divertida, pudéssemos levar a essa comunidade conhecimento sobre os mamíferos aquáticos da Amazônia, principalmente o boto-vermelho, animal que sofre com a caça ilegal e que, para comunidade, representa meio de sobrevivência, por conta das atividades de interação que existem no local”, explicou Tavares.

O biólogo lembrou que o peixe-boi e a ariranha foram intensamente caçados no passado e isso contribuiu para que esses animais se tornassem espécies ameaçadas de extinção. “Embora ilegal, a caça ainda é feita, principalmente pela população ribeirinha. Mas, outro fator que pode contribuir para o desaparecimento desse mamífero é a destruição do seu habitat, por isso, enfatizei na explicação para as crianças que não se deve jogar lixo no chão e nos rios, porque as águas são a casa desses animais”, ressaltou.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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