Meio Ambiente
Ibama flagra devastação de floresta e porto irregular no Pará
Fiscalização
Em uma ação conjunta do Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Pará (Sema), foram identificados vários crimes ambientais, como desmatamento ilegal, armazenamento irregular de madeira serrada, extração de areia e até um porto sem licenciamento ambiental na Ilha de Marajó (PA).
Na margem direita do rio Caracará, foi embargado o porto que funcionava sem a licença de operação, ocupando uma área de 748 m² de preservação permanente de manguezal. O porto estava sendo utilizado para embarque de grãos produzidos na fazenda Reunida Espiríto Santo, onde também foi identificado desmatamento ilegal. O proprietário foi multado em R$ 875 mil e teve a área embargada.
A série de crimes ambientais estava ocorrendo em terras da União, numa área próxima à comunidade quilombola de Gurupá.
Crime ambiental no Mato Grosso
Ainda este mês, em uma ação da Operação Onda Verde, o Ibama apreendeu 13 tratores de esteira e um de pneus, seis correntões, duas pás carregadeiras, um caminhão prancha e outro caminhão carregado com 10 mil litros de combustível. A frota foi flagrada desmatando aproximadamente dez por cento (10%) de um total de 10 mil hectares, contratado pelo novo proprietário de uma fazenda, no município de Gaúcha do Norte (595 km de Cuiabá), leiloada há seis meses.
Localizada ao sul do Parque Indígena do Xingu, a fazenda possui 26,25 mil hectares e possui 16 km de margem do rio Curisevo, afluente do rio Xingu. A área devastada foi embargada e o proprietário foi autuado por desmatamento ilegal. Os maquinários apreendidos já estão sendo destinados para prefeituras da região e, possivelmente, para a Fundação Nacional do Índio (Funai).
Fonte:
Ibama
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