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Meio Ambiente

Países definem financiamento de projetos de proteção ambiental

Fundo mundial

Recursos apoiarão iniciativas brasileiras de desenvolvimento sustentável e relacionadas a questões ambientais globais
por Portal Brasil publicado: 15/04/2014 12h22 última modificação: 30/07/2014 03h14

A cidade de Genebra, na Suíça, sediará os debates da quarta rodada para a Sexta Reposição de Recursos do Fundo Fiduciário do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (Global Environment Facility - GEF-6) que financiará as atividades por um período de quatro anos, a partir de julho deste ano a 30 de junho de 2018.

Nos dias 16 e 17 de abril, participam da reunião representantes de 183 países, doadores e beneficiários, além de instituições internacionais, organizações da sociedade civil e do setor privado. Os recursos destinam-se a apoiar iniciativas brasileiras de desenvolvimento sustentável e as relacionadas a questões ambientais globais.

Nos encontros anteriores, os participantes concordaram que as discussões sobre reposição de recursos para o GEF-6 devem incluir o Quinto Estudo de Desempenho Geral do GEF, posicionamento estratégico para o fundo, programação de recursos, recomendações de políticas e disponibilidades financeiras. Eles acreditam que o modelo de negócio estabelecido pelo GEF continua pertinente e encorajou esforços contínuos no sentido de melhorar a eficiência e o custo-efetividade do ciclo do projeto.

Esta será a quarta reunião destinada a definir o montante da sexta reposição dos recursos do GEF. Desde 1992, o fundo já investiu cerca de R$ 26,8 bilhões (US$ 11,5 bilhões) para subsidiar projetos sobre meio ambiente e clima em países em desenvolvimento e países com economias em transição, financiando mais de 3.215 projetos em mais de 165 países, entre outros investimentos.

De olho no futuro

O GEF é uma agência internacional e foi criada após a Conferência do Rio de Janeiro, em 1992, para prover verbas e fundos de concessão, visando beneficiar projetos ambientais nas áreas de mudanças climáticas, diversidade biológica, águas internacionais, poluentes orgânicos persistentes e destruição da camada de ozônio. Também apoia os acordos globais destinados a combater a desertificação.

A atual forma de gestão do fundo baseia-se em sistemas de resultados ambientais, de desenvolvimento e de indicadores selecionados. Entre as recomendações políticas incluem-se um pacote de atualizações para a metodologia que visa alocar maior parcela de recursos para os países beneficiários de baixa renda, a elaboração de novos trabalhos sobre questões de gênero e uma participação mais ampla do setor privado, fortalecendo e estimulando também o engajamento da sociedade civil. O secretário de Biodiversidade e Florestas, Roberto Cavalcanti, participará da reunião representando o Ministério do Meio Ambiente.

Brasil: destaque no GEF

“O Brasil tem posição de destaque no GEF porque, ao lado da Indonésia, o país é o número um em biodiversidade inclusive em relação aos ecossistemas marinhos, e, por isso, recebe recursos vultosos do Fundo, além de ser, também, um doador”, afirmou o secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Cavalcanti, durante reunião do GEF em Paris em dezembro do último ano.

Para ele, a posição do Brasil influencia muito a disponibilidade e alocação de recursos, porque com outros países, como a China, a própria Indonésia e várias nações amazônicas, os investimentos em biodiversidade têm um impacto regional e, em muitos casos, global.

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente

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