Meio Ambiente
Instituições apoiam pesquisa sobre comércio ilegal de madeira
Produtos florestais
O Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal Brasileiro (LPF/SFB) promove pesquisas no intuito de promover uso da luz infravermelha para distinguir o mogno de outras espécies muito parecidas. A iniciativa contará o apoio da Organização Internacional de Madeiras Tropicais (ITTO) e da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites).
Segundo informações do SFB, mogno é uma espécie ameaçada de extinção, de alto valor, e que tem seu comércio internacional restrito pela Cites, da qual o país é signatário. Mas como sua madeira é muito parecida com as de cedro, andiroba e curupixá, uma fraude possível é transportá-la irregularmente como se fosse uma dessas espécies.
Um especialista em identificação de madeiras consegue, a olho nu, dizer se uma madeira é mogno ou não. Mas como a formação desse profissional leva anos, o LPF foi buscar uma forma eletrônica de distinguir a madeira que seja acessível a qualquer um.
“É uma tecnologia que, se for confirmada, pode ser revolucionária nessa área específica de interesse”, afirma o coordenador do Programa ITTO-Cites para a América Latina, Ivan Tomaselli.
Tecnologia contra o comércio ilegal
Com o uso de um espectrômetro (equipamento que emite luz infravermelha) de bancada, os pesquisadores do LPF conseguiram tirar a “impressão digital” do mogno, do cedro, da andiroba e do curupixá baseada na composição química única de cada um e viram que é possível distinguir as espécies com essa tecnologia que sempre é associada à análise estatística.
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Fonte:
Serviço Florestal Brasileiro
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