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Meio Ambiente

Integração de ações ambientais com economia é caminho, afirma ministra

Debate

Riqueza dos ecossistemas brasileiros deve ser considerada em relação à agenda ambiental e financeira, destaca Izabella Teixeira
por Portal Brasil publicado: 03/06/2014 18h32 última modificação: 30/07/2014 03h11

A integração das ações ambientais à agenda econômica garantirá a proteção da biodiversidade brasileira. O posicionamento foi defendido pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em debate realizado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ).

“É preciso ter um olhar econômico para a conservação da biodiversidade considerando a envergadura social do País e como a ciência tem voz ativa nesse processo”, disse a ministra. “O Brasil experimenta, hoje, um novo patamar nessa questão. Os novos movimentos estão começando a se alinhavar numa discussão mais participativa com a sociedade civil.”

O painel abriu a programação da Semana do Meio Ambiente, comemorada até a próxima sexta-feira (6). Representantes do poder público, de instituições de ensino e da iniciativa privada participaram do evento.

Promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o debate “Desafios e oportunidades para o desenvolvimento econômico baseado em espécies nativas, raras e ameaçadas”, realizado nesta segunda-feira (2), discutiu medidas capazes de ampliar a proteção sobre as espécies da fauna e da flora brasileira. A intenção foi apresentar soluções inovadoras e discutir ações que conferem segurança ambiental aos empreendimentos econômicos.

O secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Roberto Cavalcanti, citou como exemplo bem sucedido a desclassificação da baleia jubarte como espécie ameaçada de extinção, anunciada no mês passado. Hoje, existem 15 mil indivíduos.

Na década de 1980, eram apenas 500 exemplares. “As ações sempre têm resultados”, justificou. “Quase todas as espécies respondem de uma forma muito positiva ao esforços conservacionistas”.

Formas de incentivar ações de conservação ambiental também foram discutidas no painel. “Os pequenos proprietários precisam de incentivos para as atividades produtivas que desenvolvem”, exemplificou o empresário Roberto Klabin, proprietário do Refúgio Ecológico Caiman, onde desenvolve, no Pantanal, turismo de observação da onça-pintada.

“Estamos marchando para uma convergência sadia que toca diversas pastas do governo em torno das questões ligadas à biodiversidade”, acrescentou o diretor-presidente da Extracta Moléculas Naturais, que atua no ramo da bioprospecção.

>> Leia a matéria completa.

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente

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