Infraestrutura
Operação Extremo Sul retira de circulação embarcação pirata
Irregularidades
No encerramento das ações da “Operação Extremo Sul”, que contabilizou de 14 a 28 de novembro um total de 37 autos de infração e R$ 3 milhões em multas, a fiscalização retirou de operação um barco de pesca oceânica que atuava de forma totalmente clandestina.
A embarcação Vô Rosa I, de Itajaí (SC), equipada para pesca de espinhel horizontal (de fundo) e com capacidade para até 30 toneladas de pescado em seus porões, não estava regular no Programa de rastreamento por satélite obrigatório e não possuía nenhum documento da tripulação a bordo nem a autorização do Ministério da Pesca e Aquicultura.
A inspeção naval realizada pela Capitania dos Portos de Rio Grande também identificou irregularidades nas condições de segurança para navegação, estando fora da validade os extintores de incêndio e a balsa salva-vidas. Foram lavrados seis autos de infração contra o armador e a tripulação, num total de R$ 246.500,00, sendo o barco, os petrechos e os equipamentos de navegação apreendidos, e 1,5 ton de isca (sardinha) destruída devido ao perecimento iminente.
De acordo com a equipe de fiscalização da unidade, este tipo de infrator é um dos alvos prioritários das ações de inteligência em Rio Grande, pois, além de estar envolvido com outros elementos de ilicitude nesta cadeia produtiva, torna muito difícil estimar a extensão dos grandes danos causados por sua atuação devido à ausência de qualquer registro das pescarias. A oportunidade de tirar de circulação este “pirata” da Amazônia Azul vinha sendo analisada há pelo menos um ano e coroa com êxito a operação.
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