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Meio Ambiente

Manejadores avaliam pesca de pirarucu no Amazonas em 2014

Desenvolvimento sustentável

Pescadores das reservas Mamirauá e Amanã se reuniram para identificar avanços, fragilidades e e propor melhorias
por Portal Brasil publicado: 30/01/2015 14h03 última modificação: 30/01/2015 14h03

Passado o período de pesca manejada do pirarucu, é tempo de rever o desempenho das atividades, identificando avanços e fragilidades, e propondo ações para melhoria dos sistemas de manejo das reservas de desenvolvimento sustentável Mamirauá e Amanã, no Amazonas. Com esse objetivo, a equipe técnica do Instituto Mamirauá reuniu-se com os grupos de pescadores para a avaliação do ano de 2014.

O instituto presta assessoria técnica para 11 sistemas de manejo nas duas unidades de conservação e em seu entorno, com o sistema Capivara. As reuniões de avaliação aconteceram entre 8 e 17 de dezembro nesse setor e na Reserva Amanã, e entre 12 e 24 de janeiro na Reserva Mamirauá.

"A avaliação marca o final e o início de uma nova etapa, pois a reunião encerra o ciclo do manejo de 2014, e nos dá alguns indicadores do que precisa ser melhorado para o manejo de 2015. A partir de então, os grupos se reúnem para planejar e discutir as questões levantadas durante a avaliação", explica a coordenadora do Programa de Manejo de Pesca do Instituto Mamirauá, Ana Claudia Torres.

A avaliação do manejo dá subsídios à produção do relatório anual que é encaminhado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), ao Ministério da Pesca e Aquicultura e ao Centro Estadual de Unidades de Conservação (Ceuc). A partir desse documento, é estabelecida a cota de pesca autorizada para cada grupo no próximo manejo.

Durante a reunião, são discutidas as dez etapas do manejo do pirarucu: organização dos grupos; obediência às normas e aplicação do regimento interno; zoneamento das áreas de pesca; vigilância das áreas; contagem dos peixes; pesca; monitoramento do pescado; comercialização; divisão dos benefícios e avaliação anual.

"Estamos entrando numa nova etapa no manejo. Os problemas iniciais, da época em que ele foi implementado, em 1999, já foram superados. Já não temos mais o problema da recuperação dos estoques de peixes nas Reservas. Os dados mostram que os estoques se recuperaram e estão sendo mantidos. Nosso desafio agora é tornar o manejo uma política pública, no sentido de reconhecimento da atividade, gerando benefícios para os manejadores", reforçou Ana Cláudia.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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