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Garça-branca-grande é tema de reportagem sobre a fauna

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Ave circula e se alimenta livremente no Parque Zoobotânico do Museu Emiligo Goeldi, em Belém (PA)
por Portal Brasil publicado: 20/02/2015 18h50 última modificação: 20/02/2015 18h50
Divulgação/Museu Goeldi Ave mede aproximadamente 90 centímetros, pode pesar até 1,5 quilos, e tem pescoço e pernas longos

Ave mede aproximadamente 90 centímetros, pode pesar até 1,5 quilos, e tem pescoço e pernas longos

O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emiligo Goeldi (MPEG/MCTI) recebe diariamente visita de aves de sete espécies. Dentre elas, destaca-se a garça-branca-grande (Ardea alba), que é personagem de uma das reportagens da série "Viva a Fauna Livre", organizada pelo MPEG.

No Museu Goeldi, segundo a bióloga Thatiana Figueiredo, existem dois lugares onde as garças se alimentam: no Recinto dos Cauauãs e no Lago do Tambaqui. Na dieta estão inclusos peixes, anfíbios e invertebrados. Para capturar as presas, as garças ficam imóveis esperando o melhor momento para atacar.

Garça-branca-grande

A ave, dona de uma postura elegante, circula e se alimenta livremente no Parque Zoobotânico, que está localizado em Belém (PA). Pertencente à família Ardeidae, a garça-branca-grande ocorre com mais frequência na América do Norte e no Brasil.

Vive às margens de lagos, rios e áreas alagadas. Em Belém, costumam ser vistas também na Praça Batista Campos, no Mangal das Garças e no mercado Ver-o-Peso.

A garça-branca-grande mede aproximadamente 90 centímetros, pode pesar até 1,5 quilos, e tem pescoço e pernas longos. Os dedos e as pernas são pretos e o bico amarelado, assim como a íris ocular. Cada fêmea bota em média cinco ovos por ninhada.

Durante o período de reprodução, aparecem na plumagem branca grandes egretas (penas diferenciadas no dorso do animal). Aves egretas têm valor comercial e no passado as penas eram bastante usadas como adornos em roupas e chapéus.

Por conta disso, elas foram por muitos anos alvos de comerciantes, sendo mortas em época de reprodução. Atualmente esta prática é quase inexistente e as garças podem se reproduzir normalmente.

Além da garça, o parque abriga também as seguintes espécies: guará (Eudocimus ruber), marreca- irerê (Dendrosygna viduata), marreca-cabocla (Dendrosygna autumnalis), arara piranga (Ara macao), arara vermelha (Ara chloroptera), papagaio-do-mangue (Amazona amazonica).

O Parque Zoobotânico do MPEG oferece boa oportunidade para conhecer melhor as espécies. As visitas podem ser feitas de terça-feira a domingo, de 9h às 17h.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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