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Meio Ambiente

El Niño perde força, mas influencia clima até junho

Previsão do tempo

Região Sul pode receber chuvas acima da normalidade, enquanto semiárido continua seco e quente
publicado: 26/04/2016 14h30 última modificação: 26/04/2016 14h53
Divulgação/GTPCS Relatório mostra a possibilidade de o fenômeno La Niña influenciar o clima brasileiro

Relatório mostra a possibilidade de o fenômeno La Niña influenciar o clima brasileiro

O fenômeno El Niño começa a perder força no Brasil, mas ainda influencia o clima e as temperaturas no Brasil até junho, aponta o Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS/MCTI). Até lá, a região Sul pode receber chuvas acima da normalidade. Já na região Norte e parte da região Nordeste, as temperaturas devem começar a cair.

Entre maio e julho, o volume de chuvas em parte do semiárido e na faixa leste da região Nordeste, que compreende o território entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia, deve ser menor do que a normal climatológica, ou seja, mais seco. Para o nordeste do Amazonas, o centro-norte do Pará, Roraima e Amapá, é previsto um índice pluviométrico dentro da normal climatológica. O mesmo vale para a região Sul do país.

Segundo o meteorologista Marcelo Seluchi, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o fim do El Niño em junho anuncia um inverno mais frio em comparação com 2015. "Esse próximo inverno deve ser mais frio, mas, em comparação com a média histórica, com a média de 30 anos, por exemplo, apenas a região Sul deve ter um inverno mais ou menos dentro da normalidade.

A parte central do País, regiões Sudeste, Centro-Oeste e o Norte, ainda deve apresentar temperatura acima do normal, talvez não tão elevadas quanto no ano passado, mas mais elevadas em comparação com a média histórica", explicou.

O relatório do GTPCS também indica 70% de possibilidade de o fenômeno La Niña influenciar o clima no Brasil. Oposto do El Niño, o fenômeno La Niña diminui a temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico.

Além do Cemaden, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) também participam do GTPCS.

Fonte: MCTI

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