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Meio Ambiente

Brasil se antecipa e reduz em 34% consumo de substâncias que prejudicam camada de ozônio

Acordo Internacional

País é signatário do Protocolo de Montreal que prevê a queda no uso de compostos nocivos, como o de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs), usados pelos setores de refrigeração e espumas
por Portal Brasil publicado: 15/09/2017 19h34 última modificação: 13/10/2017 21h37

O Brasil se adiantou no trabalho de proteção da camada de ozônio, com a redução do consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) pelos setores de refrigeração e espumas. O País cortou em 34% o uso desses compostos nocivos.

Essa camada atmosférica é responsável por filtrar os raios solares, cuja incidência está associada ao aparecimento de doenças como o câncer de pele e ao aquecimento global. A antecipação do resultado foi de três anos pelo Brasil.

A medida faz parte de um acordo internacional entre países em desenvolvimento. Há 30 anos, foi ratificado com a assinatura do Protocolo de Montreal.

O Protocolo de Montreal começou a valer em 1987 e tem a adesão de 197 países que assumiram o compromisso de  eliminar a geração e uso de substâncias nocivas à camada de ozônio, como clorofluorcarbonos (CFCs), que eram usados em geladeiras, e os HCFCs.

Três anos depois o Brasil aderiu ao acordo e, em 2010, extinguiu o consumo dos CFCs. Apesar de menos agressivos, os HCFCs também devem ser substituídos por outros compostos que não destruam a camada.

A meta é de que até 2040 essas substâncias não sejam mais usadas. Eles são encontrados em equipamentos de refrigeração e ar-condicionado, e também colchões, estofados e volantes de carro.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente

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