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Meio Ambiente

Incêndio na Chapada é controlado e equipes começam a deixar a região

Parque Nacional

Condições climáticas do fim de semana ajudaram a apagar as chamas, que consumiram cerca de 66 mil hectares. ICMBio aguarda mais dados para declarar o fogo extinto
publicado: 30/10/2017 14h50 última modificação: 31/10/2017 20h07

Com a ajuda das chuva, o fogo no Parque Nacional Chapada dos Veadeiros foi controlado nesse domingo (29). A partir de agora, as equipes de brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), bombeiros do Distrito Federal e de Goiás, além de voluntários de estados como Tocantins e Minas Gerais começam a deixar o local.

Segundo estimativa divulgada pelo ICMBio na manhã desta segunda-feira (30), cerca de 66 mil hectares da Chapada foram atingidos pelo fogo que começou a se alastrar no último dia 10. O incêndio, o maior já registrado na região, consumiu mais de 25% da área total do Parque. 

A desmobilização das equipes que atuam para combater as chamas será gradual. O ICMBio informou que pelo menos um avião será mantido no local para monitorar a região e despejar água nos novos focos que venham a surgir. O parque deve ser reaberto para visitação na próxima quarta (1º). 

Nos últimos dias, brigadistas e voluntários se uniram para tentar acabar com o incêndio. No entanto, mesmo apagado, o fogo voltava a surgir seja por altas temperaturas, seja pela, ainda não confirmada, ação humana. Por isso, o ICMBio aguarda mais dados para declarar o fogo extinto. Também serão analisadas imagens de satélite para constatar a real área total queimada.

Investigação

A Polícia Federal já começou a investigar o incêndio no Parque. Os peritos do órgão estão em contato com técnicos do ICMBio para fazer os levantamentos preliminares.

A investigação foi solicitada pelo Ministério do Meio Ambiente e cobrada pelo Ministério Público Federal (MPF). Uma das hipóteses é de que o incêndio foi ordenado por pessoas contrárias à ampliação do Parque, que passou de 65 mil para 240 mil hectares.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do ICMBio e da Agência Brasil 

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