Educação

Estudantes de nível superior têm mais chances de estagiar nos Estados Unidos

publicado: 26/09/2012 14h43, última modificação: 23/12/2017 10h30
Ciencia sem fronteiras universidade Illinois

As instituições de exelência no exterior estão firmando acordos com os representantes educacionais de cada país ou com o CNPq e a CAPES - Foto: Divulgação / Instituto Federal Goiano

Mais três universidades americanas recebem estudantes brasileiros que participam do Ciência sem Fronteiras

Estudantes brasileiros que participam do programa Ciência sem Fronteiras terão mais oportunidades de aprimorar seus conhecimentos no exterior. O acordo firmado entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) e pelo representante da delegação do estado de Illinois, nos Estados Unidos, possibilita que mais três universidades americanas sejam inseridas ao programa.

Pelo Ciência sem Fronteiras, brasileiros de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação.

Para o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, o interesse de ambos os países nas áreas de sustentabilidade e meio ambiente facilitará a cooperação e trará bons resultados. "Estou certo que o estado de Illinois ocupará uma posição de destaque no programa Ciência sem Fronteiras", completou. Na ocasião foi oficializada a participação das universidades de Illinois e do Instituto de Tecnologia de Illinois.

O secretário de educação superior do Ministério da Educação, Amaro Lins, também esteve presente durante o acordo e destacou a importância da cooperação científica entre Brasil e Estados Unidos pelo programa Ciência sem Fronteiras.

Ciência sem Fronteiras

Lançado em dezembro de 2011, o programa Ciência sem Fronteiras já concedeu 16.788 bolsas de estudos — 8.762 da Capes e 8.036 do

CNPq. A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas até 2015. Serão 75 mil por parte do governo federal e o restante com ajuda da iniciativa privada.

A expectativa até o fim deste ano é chegar a 20 mil bolsas, com investimento aproximado de R$ 1,12 bilhão. Os editais lançados até o momento selecionaram bolsistas para intercâmbio nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Bélgica, Holanda, Espanha, Portugal, Austrália e Coréia do Sul.

O programa promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio e da mobilidade internacionais de estudantes, professores e pesquisadores. A oferta de bolsas prevê as modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

Além disso, o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil.

Para participar do Ciência sem Fronteiras é preciso se inscrever nas chamadas públicas divulgadas pelo CNPq ou pela CAPES, disponíveis no portal do programa Ciência sem Fronteiras.

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Fonte:

Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior