Infraestrutura

Eficiência Energética

Lâmpadas incandescentes saem do mercado a partir de julho

Governo quer estimular consumo de modelos alternativos, como fluorescentes e de LED, mais econômicas
publicado: 11/06/2016 12h33, última modificação: 23/12/2017 11h42
Lâmpadas incandecentes saem do mercado a partir de julho

Substituição de incandescentes no mercado economiza anualmente cerca de 5% de toda a energia elétrica utilizada no mundo - Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil

A partir do dia 30 de junho, as lâmpadas incandescentes saem de circulação no País. A regra vale para importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro e visa elevar o comércio de modelos mais eficientes. 

Segundo dados da ONU, a substituição das lâmpadas incandescentes no mercado é capaz de economizar anualmente cerca de 5% de toda a energia elétrica utilizada no mundo. Uma lâmpada fluorescente compacta, comparada a uma lâmpada incandescente de luminosidade equivalente, economiza 75%. E se a opção for por uma lâmpada de LED, essa economia sobe para 85%.

A troca das lâmpadas incandescentes no Brasil foi feita de forma gradativa e de acordo com a potência das unidades. As mudanças começaram em 2012, com as lâmpadas de potência igual ou superior a 150W. Depois, em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência acima de 60W até 100W. Em 2014, foi a vez das lâmpadas de 40W até 60W. O processo de substituição se encerrará em 30 junho de 2016 e abrange unidades com potência inferior a 40W.

A proibição da venda das lâmpadas incandescentes no País ajuda a estimular a adoção de opções mais econômicas e duráveis, como o LED, já adotado amplamente em outros países como China, Índia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Cuba, Austrália, Argentina, Venezuela, na União Europeia.

A partir dos prazos finais estabelecidos, fabricantes, atacadistas e varejistas serão fiscalizados. Os estabelecimentos, importadores e fabricantes que não atenderem à legislação estarão sujeitos às penalidades previstas em lei.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério de Minas e Energia

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