Saúde

Investimento

Governo federal libera R$ 137 milhões a hospitais universitários

Recurso é destinado a 55 unidades de ensino, que complementam atendimentos ambulatoriais e hospitalares de redes locais pelo SUS
publicado: 12/08/2016 18h00, última modificação: 23/12/2017 10h29
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Já são mais de R$ 910 milhões destinados a hospitais universitários neste ano - Foto: Portal PBH/Divulgação

O Ministério da Saúde liberou mais de R$ 137 milhões a hospitais universitários de todo o País. Os recursos são direcionados ao custeio de serviços ambulatoriais e de internação realizados em 55 unidades de ensino que prestam atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 22 Estados.

O novo montante repassado integra o Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto MAC), principal rubrica de custeio do Ministério da Saúde, repassada de forma automática e regular.

O Teto MAC é o responsável pelo pagamento de procedimentos como consultas, exames, internações e cirurgias.

Os valores repassados correspondem à sétima parcela de pagamento do ano a esses estabelecimentos. Com a soma dos novos repasses, já são mais de R$ 910 milhões em recursos federais empregados no custeio dos hospitais universitários neste ano.

Além do Teto MAC aos hospitais universitários, o Ministério da Saúde destina ainda aportes financeiros por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).

Neste ano, já foram mais de R$ 230 milhões. Estados e municípios também podem empregar recursos próprios para custear os procedimentos, assim como as universidades gestoras de cada unidade de ensino.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca que os repasses para os hospitais universitários são um compromisso federal para manutenção e expansão dos atendimentos à população.

“O Ministério da Saúde tem atenção e cuidado hospital com os hospitais de ensino, pois sabe que eles são complementares às redes hospitalares e ambulatoriais locais e, em alguns municípios, são a principal oferta desses serviços”, avalia o ministro.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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